FRONTEIRAS # 30 - FRANCISCO V. BOCCA - O carnaval, o grotesco e a literatura de Doistoiévski
Автор: Dobra Psicanálise
Загружено: 2026-01-12
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Registro da sessão número 30 do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado nas dependências da Dobra Psicanálise, em Curitiba-PR.
Na noite de 25 de abril de 2025, Francisco Verardi Bocca esteve na Dobra e apresentou suas elaborações a respeito da literatura de Dostoiévski. O encontro foi mediado por Vinícius Armiliato.
"Nos dedicaremos a investigar as contribuições teóricas de Mikail Bakhtin, entre elas as noções de dialogismo, polifonia e carnaval, que permitem compreender como a cultura popular, mas também a literatura, podem subverter as normas sociais e criar um espaço para a liberdade.
A noção de carnaval foi concebida em meio a outras como uma 'cosmovisão carnavalesca' e 'grotesca'. Noções que pretendiam servir como chave de leitura da história da literatura em geral e, em particular, da obra literária de Fiódor Dostoievski. Essa afirmação foi feita por meio da obra 'Problemas da obra de Dostoievski' (1929), reeditada (corrigida e ampliada) com o título 'Problemas da poética de Dostoievski' (1963). Desta vez, Bakhtin ampliou a noção de dialogismo apresentada em 1929, acrescentando a noção de cosmovisão carnavalesca.
Dois anos mais tarde, apresentou a noção de 'grotesco' em 'A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais' (1965). Além de expor a construção teórica destas noções, procuraremos apresentar sua aplicação ao conto polifônico de Dostoiévski intitulado 'Memórias do subsolo' (1864)."
(Texto de Francisco V. Bocca)
FRANCISCO VERARDI BOCCA é Professor Titular do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Com pesquisas de Pós-Doutorado desenvolvidas em diferentes instituições no Brasil e no exterior, seus trabalhos apresentam leituras originais de obras de autores como Sigmund Freud, Marques de Sade, Georges Canguilhem, dentre outros. Além disso, suas publicações, participações em bancas, orientações de teses e dissertações, demonstram o vigor de sua atuação no campo da filosofia, da psicanálise e da literatura e seu papel substancial na formação de pesquisadores no interior da cena filosófica brasileira.
O Seminário Fronteiras da Psicanálise tem periodicidade mensal e procura apresentar temas significativos para o debate psicanalítico que muitas vezes por problematizarem esse mesmo saber e, por conta disso, são excluídos das discussões institucionais, clínicas e acadêmicas.
A curadoria do Seminário é de Kathellyn Kazeker e Vinícius Armiliato.
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