Rio de Janeiro | Ep. 043 | Hoje aperta de novo — Outra voz
Автор: Rap das Manchetes
Загружено: 2026-02-05
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Описание:
Hoje tudo aperta mais que o normal.
Rio de Janeiro — alerta de chuvas
Região metropolitana — risco de corte de energia
Bairro no Rio — policial detido no batalhão
Praia de asfalto, luz de poste piscando no beco,
gosto de chuva no couro, cheiro de óleo e concreto.
Gota batendo no capacete, sirene rala lá na laje,
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Music style: Brazilian Trap Rap (PT-BR)
Tags: riodejaneiro, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, trap, rap
Lyrics:
Praia de asfalto, luz de poste piscando no beco,
gosto de chuva no couro, cheiro de óleo e concreto.
Gota batendo no capacete, sirene rala lá na laje,
céu cinza, trânsito preso, o tempo avisa: corte de arame.
No rádio da moto falam alerta, água sobe na rua,
aro preso, fone no ouvido, notícia que não recua.
Batalhão fechado, porta batendo, sombra com distintivo,
dizem "protegido", mas a esquina sussurra motivo.
Ela saiu da sessão, bolsa leve, passo curto,
olhar vivo, sapato molhado, celular no escuro.
Mão que engana, violência que nasce onde devia haver lei,
nome de capa, rosto na manchete, madrugada que réu.
Pressão aumenta, a cidade respira com febre,
relógio correndo, ninguém nasce sem dever.
Polícia presa dentro do próprio abrigo,
suspeita que corrói, silêncio vira inimigo.
Gente que assalta fama, arranca riso, arranca fio,
atrai holofote e golpe baixo como navio.
Atriz na calçada, chute na esperança, tapa que ecoa,
perde o relógio, perde o chão, perde a boa troça.
Chuva continua batendo, cancelas fecham, poste solta faísca,
a cidade é um peito comprimido, pulsa e não explica.
Alerta amarelo no painel, promessa que ameaça corte,
rio de vozes, rio de carros, cada passo corta sorte.
Eu conto passo a passo, cheiro de chuva e pólvora,
rima que rasga a noite, batida que não se solta.
Sentido na pele: medo, pressa, olhar que vigia,
história que repete no jornal da madrugada fria.
No beco a palavra pesa, no batalhão a dúvida pesa mais,
um símbolo ferido escorre manchete pelos jornais.
Ela levanta o rosto, cabelo molhado, nó na garganta,
paisagem urbana fecha a janela, a cidade se espanta.
Chuva ainda bate, asfalto vira espelho torto,
toco de luz, sirene longe, coração no porto.
Pressão sobe, respiração curta, céu em suspense,
a rua guarda as cartas, ninguém lê, ninguém dispense.
Gota que desce no vidro, estalo de pneu, porta rangendo,
mãos sujas de compromisso, mente fria, dólar ardendo.
A cidade não tira o casaco, guarda o calor da pele,
fim de noite, poste apaga, som de chuva e panela velha.
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