São Paulo | Ep. 045 | Mesmo dia, outro ritmo — Clima da cidade
Автор: Rap das Manchetes
Загружено: 2026-02-06
Просмотров: 23
Описание:
Outro dia, outro pulso.
Região metropolitana — novo hospital anunciado
Hospital público — capacidade para mil moradores
Investimento — orçamento de cento cinquenta e três milhões
Rua de pedra molhada, calçada com cheiro de asfalto quente.
Lâmpada amarela piscando, rádio distante batendo leve.
Vejo guindaste na curva, placa nova, promessa pesando.
#sãopaulo #portuguese #braziliantraprapptbr #cancao #ritmo
Music style: Brazilian Trap Rap (PT-BR)
Tags: sãopaulo, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, trap, rap
Lyrics:
Rua de pedra molhada, calçada com cheiro de asfalto quente.
Lâmpada amarela piscando, rádio distante batendo leve.
Vejo guindaste na curva, placa nova, promessa pesando.
R$ 153 milhões na caixa, chão que vai virar hospital, corpo salvando.
Mapa riscado, dezenove linhas, dezessete cidades respirando.
Quatrocentos e cinquenta mil nomes na fila, num letreiro brilhando.
Carro passa, buzina curta, menino com bolacha na mão.
Mulher marca horário no celular, espera naquele balcão.
Pré-Carnaval no fim de semana, nuvem grossa descendo do céu.
Pancada no vidro da Kombi, vai molhar a roupa, vai molhar o papel.
Tem prédio torto na esquina, cimento curvado como coluna cansada.
M² onze mil, panorama de vidro, mas até o luxo anda torto na estrada.
Corretor fala alto, “vista, investimento”, gente olhando pro chão.
Tem alguém levando planta, outros levando fé na ilusão.
Ruas estreitas cheias de promessa, andaime que balança e não cai.
Soldador com rádio na orelha, solda faísca, ignora os ais.
Velho com jornal dobrado, olha a manchete e não desacelera.
Posto de gasolina com água na tampa, troco, vida inteira.
Choveu forte e o asfalto canta, cria riacho que corta o bairro.
Menina pede carona, mochila molhada, sorriso raro.
O hospital abre promessa como clínica de braço estendido.
Médico riscando prancheta, plantão longo, rosto estendido.
Prédio torto na avenida parece dançar com chuva e vento.
Apartamento vai caro, mas ninguém garante o sentimento.
Caixa registra obra, nota fiscal, martelo que não para de cair.
Pessoas entram, saem, confecção de rotina pra não sucumbir.
A cidade mais cara tem rosto liso, janela que reflete o medo.
E o povo faz fila na calçada, cada um com seu segredo.
Refrão curto que volta: chuva cai, o asfalto fala. chuva cai, o asfalto fala.
chuva cai, o asfalto fala.
No meio do corre tem dinheiro, tem hospital, tem pressa.
Tem criança que aprende rima olhando placa acesa.
Tem corretor vendendo vista, tem avó contando segredo.
Tem obra que promete cura e promessa em todo enredo.
Caminhão buzinando alto, catador busca na beira do canteiro.
Baliza arruinada, olho na rua, passo ligeiro.
Tem gente que não para, paga aluguel, escreve bilhete.
Tem foto de prédio torto, selfie com sorriso discreto.
Tem nuvem pesada que lembra batida, trovão rimando com pressa.
Tem muro grafitado que fala que a cidade não cessa.
Hospitais e prédios, chuva e preço no mesmo relato.
Gente que segue o fluxo, rosto suado, olhar exato.
Refrão curto que volta: chuva cai, o asfalto fala. chuva cai, o asfalto fala.
chuva cai, o asfalto fala.
No fim da pista, viaduto respira, pneu corta a poça.
Luzes da rua piscam, rotina volta, ninguém corta a tocha.
Повторяем попытку...
Доступные форматы для скачивания:
Скачать видео
-
Информация по загрузке: