Categorias e formações gramaticais de um nome fantasia (ou nome comercial de marca)
Автор: Everton Ferretti
Загружено: 2026-02-02
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Nomes de marcas podem ter origens muito diversas. Algumas marcas usam palavras reais existentes em algum idioma, outras usam palavras inventadas ou formas criativas inspiradas por nomes históricos, pessoais ou culturais. Criar nome de marca ou nome fantasia é considerado uma forma de arte porque envolve buscar palavras ou frases que possam contar uma história ou transmitir um significado relevante sobre o negócio ou produto. Um exemplo citado é o prato mexicano “nachos”, que recebeu esse nome a partir do apelido de seu inventor e acabou se espalhando como um nome de referência popular. Outro exemplo é a marca Accenture, criada pela combinação de partes de duas palavras para sugerir um futuro promissor.
A maioria dos nomes de marcas pode ser agrupada em três categorias principais. A primeira é a dos nomes descritivos, em que o nome indica de forma clara o que o produto, serviço ou empresa faz ou oferece, o que facilita a compreensão imediata por parte do cliente. Exemplos incluem nomes que dizem literalmente o propósito da marca, como “Banco do Brasil” ou “American Airlines”. A segunda categoria é a dos nomes sugestivos, que evocam experiências ou sensações vinculadas ao produto ou serviço sem descrevê-los literalmente, como no caso de “Lush Cosmetics”, que sugere uma experiência de cosméticos naturais e exuberantes. A terceira categoria é a dos nomes abstratos, que não estão diretamente relacionados a um significado específico, sendo flexíveis para a marca preencher com significado por meio de marketing e experiência do consumidor. Exemplos de nomes abstratos incluem palavras como “Apple” ou “Kodak”, que não descrevem literalmente o negócio, mas se tornam significativos com o tempo e com a construção da marca.
Além dessas categorias estratégicas, existem cinco tipos ou formações gramaticais comuns para nomes fantasia. O primeiro tipo é o das palavras reais, que são palavras comuns do vocabulário em português, inglês ou outro idioma que já existem e podem ser utilizadas diretamente como um nome de marca. O segundo tipo é o das palavras construídas, que surgem da junção ou modificação de partes de palavras reais para criar um novo termo que represente a marca, como acontece com “Instagram”. O terceiro tipo é o das palavras inventadas, que são totalmente novas e criadas especificamente para a marca, como “Accenture”, que não existiam antes e são formadas de maneira original. O quarto tipo é o das siglas, que usam as letras iniciais de uma frase mais longa para formar um nome abreviado e memorável, como é o caso de “IBM”, que resulta de “International Business Machines”. O quinto tipo inclui palavras com erros ortográficos intencionais, em que se altera a grafia de uma palavra comum — removendo vogais ou substituindo consoantes — para criar um nome distintivo e disponível em domínios online, como aconteceu com “Flickr”.
Compreender a anatomia de um nome, ou seja, tanto as categorias estratégicas quanto as formas gramaticais disponíveis, pode dar vantagens no processo de criação de um nome fantasia. Sabendo reconhecer esses tipos, é mais fácil expandir as possibilidades criativas e escolher um nome que se destaque no mercado e comunique adequadamente a proposta da marca. O artigo completo foi publicado no link abaixo:
https://evef.com.br/criar-nome-fantas...
Fonte: Esse artigo foi criado a partir de partes de um capítulo do livro Brand New Name.
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