Bebida mais MISTERIOSA do mundo - Saiba como é feito o absinto
Автор: Corbélia Filmes
Загружено: 2022-07-16
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Como é produzido o absinto.
O Absinto é um destilado e não um licor como muita gente define. Ele geralmente é verde, coloração obtida através da clorofila das ervas. Na Suíça são produzidas algumas variedades mais claras. Hoje em dia existe cerca de 50 marcas de absinto original produzidos principalmente na França, Suíça, Espanha e República Tcheca.
A planta contem Tujona, que é uma substância psicoativa.
Esta substância altera a percepção sensorial, ativando a região criativa do cérebro.
Mas a quantidade de tujona que sobrevive a destilação é insignificante para causar sérios problemas.
Falando em proibição. Desde que foi criado, o absinto é perseguido como uma ameaça social que torna as pessoas loucas e com tendências a criminalidade. Várias ações foram criadas no início do século XX para deter a bebida e finalmente, em 1915 a bebida foi proibida na França.
No restante da Europa a proibição também foi efetiva como na Holanda em 1909 e Suíça em 1907. Nos dois países a bebida foi liberada somente agora no início do século XXI. Mas o nível de tujona ainda é controlado.
Mas respondendo a pergunta da nossa inscrita. Como é produzido o absinto?
Seleção das ervas e criação da receita:
A seleção de ervas pode variar bastante de receita para receita. O produtor estabelece qual será o perfil de sabor que ele prefere.
Maceração inicial: As ervas da primeira maceração são adicionadas ao bojo de um alambique, juntamente com o álcool, que será a base do absinto. Tradicionalmente este álcool era obtido de uvas, porém, hoje em dia são usados alcool’s neutros de várias origens.
A graduação alcoólica aqui é bem alta, intorno de 60 a 80%, para garantir uma boa extração das ervas. As ervas são curtidas neste álcool por um período de 12 a 24 horas. O álcool pode ou não ter algum tipo de aquecimento nesse período.
Junto com a losna nessa etapa também são adicionados funcho e erva-doce. Outras ervas podem ser usadas para dar profundidade e estabelecer melhor o perfil de sabor que o produtor busca, como por exemplo; Calamus, Anis estrelado, Hyssop, Angélica e Semente de coentro.
Falando da destilação
Após a maceração inicial, essa mistura de álcool e ervas é destilada. O vapor que circula na serpentina interna do alambique aquece a mistura, e os óleos essenciais das ervas evaporam juntamente com o álcool.
A bebida muito perfumada que sai no destilador já é um absinto, porém é um Absinto branco.
Para se obter o absinto verde é necessária uma segunda maceração.
A coloração verde é totalmente derivada da clorofila das ervas da segunda maceração, que, além da cor, contribuem com o frescor, aroma e sabor da bebida. Geralmente esta maceração é bem curta, para que sejam extraídos sabores frescos sem extrair o amargor das plantas. As ervas usadas nesta segunda parte do processo vão do gosto de cada fabricante.
Algumas clássicas são: Melissa , Absinto Romano , Hortelã Pimenta, Cardamomo, Cavalinha , macela, camomila romana entre outras.
O absinto sai do alambique a uma porcentagem alcoólica bem alta. Diluída neste álcool, emerge também uma grande concentração de óleos essenciais aromáticos.
Proofing é o nome dado à parte do processo no qual água é acrescentada ao destilado para reduzir sua graduação alcoólica para o engarrafamento. Este processo é bem comum em várias bebidas destiladas
A alta porcentagem alcoólica garante a estabilidade dos importantes óleos essenciais, além de prevenir que absintos do tipo vert sofram grandes mudanças em sua coloração natural com o tempo. Este é o motivo dos absintos apresentarem um percentual alcoólico alto, normalmente superior a 53%, chegando até a mais de 80% de álcool.
A regulamentação brasileira “não favorece” a comercialização de bebidas alcoólicas que contenham mais de 54% de álcool. Esta é uma das razões da dificuldade de se conseguir bons absintos no Brasil. Vale lembrar que os absintos não são criados para serem consumidos puros, na porcentagem alcoólica em que são engarrafados. O absinto deve sempre ser servido diluído com água e opcionalmente um pouco de açúcar ou utilizado em coquetéis.
Quando diluído corretamente, sua graduação alcoólica cai para aproximadamente 12%, bem próximo de uma taça de vinho.
Bom. Eu particularmente nunca experimentei essa bebida, confesso que fiquei bem curioso. E você já tomou? Tem curiosidade em conhecer o sabor?
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