🔴Tribunal do Júri em Marabá: Conselho Dissolvido Após Quebra de Incomunicabilidade
Автор: Todos de pé! Tribunal do Júri.
Загружено: 2026-03-08
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Na sessão do Tribunal do Júri realizada em Marabá, o julgamento de Alisson Duarte Souza, acusado de matar Wellington Don Lin da Silva Oliveira, foi interrompido após um episódio que mudou completamente o rumo dos trabalhos.
O caso remonta à noite de 19 de novembro de 2022, na Avenida Pará. Segundo a denúncia, Alisson teria efetuado disparos de arma de fogo contra Wellington nos fundos da residência da vítima. A acusação aponta motivação ligada a conflito entre facções criminosas — alegando que a vítima integraria o PCC e o acusado o CV.
Durante a sessão, foram ouvidas a mãe da vítima, Maria Raimunda, e a irmã, Ângela Dominique. Em depoimentos emocionados, ambas relataram os últimos momentos antes dos disparos, a confiança depositada no acusado — que era conhecido da família — e o desespero vivido naquela noite.
No interrogatório, Alisson admitiu ter efetuado os disparos, mas apresentou uma versão diferente: afirmou que teria sido atraído para uma emboscada e que agiu em legítima defesa. Também negou vínculo formal com facção criminosa, alegando atuar em um suposto “grupo de extermínio” que colaboraria informalmente com comerciantes e policiais.
⚖️ Mas o que parecia caminhar para a fase de debates foi abruptamente interrompido.
Após o intervalo para o almoço, a defesa alegou quebra da incomunicabilidade entre dois jurados — princípio essencial do Tribunal do Júri, que exige que os jurados não conversem entre si sobre qualquer assunto durante a sessão.
A oficial de justiça confirmou que houve conversa entre os jurados, embora não tenha conseguido identificar o teor. Diante da situação, e visando evitar nulidade futura, a juíza presidente declarou a dissolução do Conselho de Sentença, encerrando o julgamento antes da fase final.
Com isso, uma nova data deverá ser designada para que o caso volte a julgamento.
Além disso, a defesa requereu a revogação da prisão preventiva do acusado, alegando excesso de prazo, já que ele aguarda julgamento há meses. O Ministério Público se manifestou pela manutenção da prisão.
NOTA PARA O YOUTUBE: Este é um documentário educativo e uma notícia baseada em acontecimentos reais. Não toleramos, aceitamos ou promovemos as ações ou crenças das pessoas apresentadas neste vídeo. Este vídeo foi criado com o intuito de educar o público.
00:00:00 - Tribunal do Júri de Marabá.
00:19:13 - Mãe da vítima.
00:38:35 - Irmã da vítima.
00:51:05 - Vizinho do local.
01:00:06 - Pai da vítima.
01:15:54 - Delegado do caso.
01:18:02 - Advogados divergem e juíza intervém.
01:32:03 - Irmã da vítima.
01:39:24 - Interrogatório do réu.
01:57:01 - Desfecho inesperado.
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