São Paulo | Ep. 078 | Rua quieta, mente cheia — Outra voz
Автор: Rap das Manchetes
Загружено: 2026-02-19
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Algo tá estranho, mas a gente segue.
Zona sul — Ônibus incendiados
Vias bloqueadas — Depredação de veículos
Linha municipal — Saques relatados
Rua queimada, fumaça baixa no asfalto, cheiro de borracha que queima,
Plataforma vazia, vidro estilhaçado, fumaça sobe e a sirene teima.
Passo lento pela calçada, banca de jornal com páginas amassadas,
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Music style: Brazilian Trap Rap (PT-BR)
Tags: sãopaulo, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, trap, rap
Lyrics:
Rua queimada, fumaça baixa no asfalto, cheiro de borracha que queima,
Plataforma vazia, vidro estilhaçado, fumaça sobe e a sirene teima.
Passo lento pela calçada, banca de jornal com páginas amassadas,
Café na esquina, gente troca livro, fala alto, ideia em pedaços coladas.
Livraria vira ponto, cheira a café e tinta, poesia apertada no bolso,
Debate esquenta, violão arranha, contracena com medo exposto.
Gente lê no metrô, folheia o mapa, procura saída que não encontra,
Prateleira com história, criança aponta, a rua responde e confronta.
As rodas giram, ônibus queimam, grafite escondo nos muros sujos,
Vozes no microfone pedem silêncio, mas o asfalto fala em ruídos.
Bate o telefone, notícia corre, motor esquenta no vácuo da madrugada,
Quatro coletivos viram brasa, rota rasgada, cidade desarrumada.
Técnico fala de escala, mão na cabeça, time precisa encaixar peça,
No treino a bola cruza o gramado, Cauly pronto, promessa que aqueça.
Torcida divide olhar com medo, celebra num canto e segura o fôlego,
Entre brasa e letra, entre livro e jogo, a cidade respira pelo medo.
Feira de troca na praça, capas trocadas, o povo tenta recompor,
Mas a chama faz sombra nas vitrines, cada página pesa pelo horror.
Ouço passos rápidos, botas no concreto, correria que não tem fim,
O copo esquecido no café, um marcador de página dobrado assim.
O som do trap no fone mistura com sirene, batida que arrepia,
Rima sai curta, palavra crua, garganta que não esfria.
Rua queimada, fumaça baixa no asfalto, cheiro de borracha que queima,
Plataforma vazia, vidro estilhaçado, fumaça sobe e a sirene teima.
No estádio, a câmera corta, jogador olha o banco e respira tenso,
A cidade faz malabarismo, vive no limite, tudo é fragmento.
Caos e cultura colidem nas esquinas, verso solto em voz baixa,
Um olhar atravessa a multidão, a noite pesa, a luz falha.
Portas fecham, livros permanecem, marcador esquece o lugar,
Passo lento, coração alto, a cidade não para de soprar.
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