O Capital - 1 - 3. A forma valor ou o valor de troca
Автор: Biblioteca Vermelha
Загружено: 2026-03-01
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No Primeiro capítulo – A mercadoria, §3 (“A forma-valor ou o valor de troca”) de O Capital – Crítica da Economia Política, Karl Marx desenvolve a análise da forma-valor, mostrando como o valor das mercadorias — substância social abstrata (trabalho humano igual) — só se manifesta na relação social entre mercadorias, não em propriedades naturais isoladas. A mercadoria é bifacial: valor de uso (forma natural) e valor (forma social), mas o valor só aparece na troca. Marx começa pela forma mais simples de expressão do valor (A) e acompanha sua evolução dialética até a forma-dinheiro (D).
Forma simples ou singular (A): x mercadoria A = y mercadoria B (ex.: 20 côvados de linho = 1 casaco). Aqui, A está na forma-valor relativa (expressa seu valor em B), e B na forma de equivalente (seu corpo serve de material para expressar o valor de A). Os pólos são inseparáveis e opostos: uma mercadoria não pode ser simultaneamente relativa e equivalente a si mesma. A forma relativa exprime o valor qualitativo (igualdade com B) e quantitativo (proporção x:y). Mudanças no valor de A ou B afetam a expressão relativa de forma previsível (direta ou inversa), mas a magnitude real do valor permanece determinada pelo trabalho socialmente necessário.
Forma total ou desdobrada (B): x A = u B ou = v C ou = w D etc. O valor de A expressa-se em uma série infinita de equivalentes particulares (casaco, chá, trigo, ouro etc.). Isso revela o valor como gelatina de trabalho humano indiferenciado, mas a forma permanece incompleta (série aberta, mosaico díspar, sem unidade).
Forma geral (C): todas as mercadorias = x tecido de linho (ou outra mercadoria excluída). Uma única mercadoria (ex.: linho) torna-se equivalente geral; seu corpo natural vira forma social de valor. O trabalho privado (tecelagem) ganha forma social imediata (trocabilidade universal). Surge oposição polar clara: o equivalente geral exclui-se da forma-valor relativa geral.
Forma-dinheiro (D): o equivalente geral fixa-se historicamente no ouro (ou prata). A forma-preço surge (ex.: 20 côvados de linho = 2 onças de ouro = 2 libras esterlinas). O progresso é social-histórico: o ouro já era mercadoria antes de ser dinheiro; seu monopólio como equivalente geral resulta da exclusão progressiva pelas outras mercadorias.
Marx enfatiza: a forma-dinheiro resolve o enigma do dinheiro ao mostrar que ele é apenas a forma acabada da expressão de valor das mercadorias. A análise da forma-valor simples revela o segredo de todas as formas posteriores; a evolução dialética (de singular a geral a dinheiro) demonstra que o valor é relação social, não propriedade natural.
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