Resenha: Eu, Tituba: Bruxa Negra de Salém | Maryse Condé
Автор: Lendo Mulheres Negras
Загружено: 2020-03-12
Просмотров: 3478
Описание:
Olha nossa resenha aí!!!
Adriele Regine vem cheia de empolgação fala desse livro INCRÍVEL!!!
Eu Tituba, bruxa negra de Salém, escrito por Marise Condé, escritora, professora francesa, nascida em Guadalupe, feminista e ativista, difusora da história e a cultura africana. Traz, nessa obra uma narrativa histórica ficcional, pois de fato Tituba existiu, mas como toda uma história foi devastada e apagada, ela foi negada por muitos anos. E Maryse, veio trazer a narrativa de Tituba, através da nossa perspectiva. E por isso, é tão fantástico esse livro e esse exercício que a autora faz.
Ahhh, além disso, o prefácio é de nada mais, nada menos do que Conceição Evaristo!
Vem se deliciar com a gente! Tem ancestralidade, afeto, uns baques mas, é maravilhoso.
[SINOPSE]
Tituba, mulher negra, nascida em Barbados, no século XVII, renasce, três séculos depois. Torna-se outra vez real, pelas mãos da premiada escritora Maryse Condé, vencedora do New Academy Prize 2018 (Prêmio Nobel Alternativo).
No início do livro, Maryse Condé anota: “Tituba e eu vivemos uma estreita intimidade durante um ano. Foi no correr de nossas intermináveis conversas que ela me disse essas coisas que ainda não havia confiado a ninguém.” Da mesma forma, quem lê Tituba poderá ouvi-la falar, do invisível, desestabilizando estruturas cristalizadas, mediando novas concepções de identidades e culturas e protegendo as pessoas insurgentes.
Aqui, essa personagem fascinante, é retirada do silêncio a que a historiografia lhe destinou. Filha de uma mulher negra escravizada, viveu cedo o terror de ver a mãe assassinada por se defender do estupro de um homem branco e de saber que o pai se matou por causa do mesmo homem branco. Cresceu sob os cuidados de uma mulher que tinha o poder da cura e que a iniciou nos mistérios. Adulta, apaixonou-se por John Indien e abdicou, por ele, da própria liberdade.
Uma das primeiras mulheres julgadas por praticar bruxaria nos tribunais de Salem, em 1692, Tituba fora escravizada e levada para a Nova Inglaterra pelo pastor Samuel Parris, que a denunciou. Mesmo protegida pelos espíritos, não pôde escapar das mentiras e acusações da histeria puritana daquela época.
Ficha Técnica:
Fotografia, Montagem e Finalização: Ana do Carmo | Saturnema Filmes
Roteiro e Apresentação: Adriele Regine
#lendomulheresnegras #EuTituba #ResenhaLMN
Повторяем попытку...
Доступные форматы для скачивания:
Скачать видео
-
Информация по загрузке: