Região Demarcada Távora-Varosa - Espumantização
Автор: Ana Raquel Caldas
Загружено: 2022-07-15
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Região Demarcada Távora-Varosa – Espumatização
A Região Demarcada de Távora-Varosa localiza-se em Terras de Cister, entre as Regiões Demarcadas do Douro e do Dão. Entre os rios Paiva, Távora e Varosa, a região, apesar de pequena, é reconhecida principalmente pela produção de espumantes naturais, embora também se produzam vinhos de mesa brancos e tintos.
O nome Terras de Cister advém do facto de, nesta região, ter sido construídos pelos monges de Cister alguns exemplares arquitetónicos, como por exemplo, o Mosteiro de S. João de Tarouca, no séc. XII. Antes disso, no entanto, a região há havia sido ocupada por Romanos, Suevos e Visigodos.
Compreende os concelhos de Moimenta da Beira, Sernancelhe, Tarouca e ainda algumas freguesias dos concelhos de Penedono, São João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar e Lamego.
Foi em 1989 que lhe foi atribuída a designação de Região Demarcada, sendo assim a primeira região Demarcada de Espumantes em Portugal.
Os solos são, na sua maioria graníticos, por vezes xistosos e pobres em calcário. O clima é temperado continental seco e com invernos rigorosos, o que é um privilégio para a produção vinícola. A altitude ronda os 550 m.
Os vinhos brancos são naturalmente ácidos, de aroma intenso e citrinos, enquanto os vinhos tintos se apresentam delicados no aroma e nobreza de corpo, com boas evoluções ao longo do tempo.
Para a produção de espumantes, as castas brancas autorizadas são Bical, Chardonnay, Cerceal, Dona Branca, Fernão Pires, Folgasão, Gouveio, Malvasia Fina, Malvasia Rei e Pinot Branco. As castas tintas autorizadas incluem Alvarelhão, Aragonês, Pinot Noir, tinta da barca, tinta Barroca, Touriga francesa e Touriga Nacional.
Para além disso, os vinhos devem ser provenientes de vinhas com pelo menos 4 anos de enxertia para além de serem vinificados em adegas certificadas e controladas.
A data da vindima é definida quando as uvas atingem elevado teor de açúcares e um equilíbrio ótimo entre açúcar e acidez. Para isso, são realizados testes aos bagos das várias parcelas da região.
Durante a vindima, que é manual, há um grande cuidado para preservar os cachos intactos até ao momento da prensagem. Esta é baixa, a fim de preservar a qualidade do mosto, sem danificar as grainhas, películas e engaços.
Para produção de espumantes, apenas são utilizados mostos da melhor qualidade, oriundos das primeiras prensagens. Os mostos provenientes das restantes prensagens são utilizados para outras prestações vínicas.
Durante a prensagem, é adicionado dióxido de enxofre, com a função de limitar as oxidações do mosto e enzimas para homogeneização.
O mosto repousa por 24 horas a baixa temperatura, e, graças às enzimas, a remoção das partículas em suspensão é mais fácil.
Se necessário, o mosto é corrigido com ácido tartárico.
A fermentação alcoólica ocorre em cubas de inox entre os 16 a 20º. Posteriormente, a trasfega permite separar o vinho do depósito que é formado por leveduras, bactérias e substâncias orgânicas estranhas ao vinho, aquilo a que normalmente chamamos de borras e que vão dar mau gosto ao vinho.
Ao lotear os vinhos é possível otimizar as características dos vinhos provenientes de lotes diferentes e manter a homogeneidade própria de cada marca. Os critérios de loteamento, apreciação e proporção estão dependentes de análises químicas e sensoriais.
A estabilização consiste em refrigerar o vinho perto do seu ponto de congelação e deixá-lo depositar possíveis precipitados durante determinado tempo a essa temperatura. Este procedimento facilita a operação de remuagem e diminui as perdas de vinho aquando do degorgement.
O vinho passa por uma filtragem antes da adição do licor de tiragem.
A operação decisiva ao espumante é a segunda fermentação em garrafa característica do método champanhês, é destinada a dar “efervescência” ao vinho, pela libertação de CO2, produzido durante esta fermentação. Os vinhos são colocados nas caves até as garrafas atingirem os 6 bar de pressão. Nesse momento, a fermentação cessa naturalmente e as garrafas continuam a estagias. Para os espumantes “Reserva” o estágio deve ser de 18 meses, para o “Super Reserva”, deve ser de 3 a 5 anos e para o “Velha Reserva”, 4 a 6 anos.
Para terminar, é feito o remuage, de uma forma manual ou mecânica e o dégorgement.
Adiciona-se licor de expedição em função do grau de doçura pretendido.
A fase de expedição compreende a colocação da rolha e do “muselet”, da rotulagem e encaixotamento.
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