visitando minha irmã em flores da cunha RS. CANTAMOS COM GAITA, PASSEAMOS DE TRATOR, VIMOS CASTELO.
Автор: Invento na obra
Загружено: 2025-01-14
Просмотров: 337
Описание:
CONHECENDO FLORES DA CUNHA RIO GRANDE DO SUL. fomos visitar minha irmã e meu cunhado em uma fazenda da uvas, mas teve muito mais fizemos umas cantorias de gaita e passeamos de trator no meio das plantações. e ainda conhecemos um castelo que é um ponto turístico da cidade, o nome do castelo é CASTELLAN,
As obras, que tiveram duração de sete anos, iniciaram em 30 de junho de 1979
Desde a infância, quando Castellan soube da origem de seu sobrenome – explicada por uma irmã da Escola São José, uma vez que na Itália, Castellan era quem habitava os castelos – ele alimentava o sonho de, um dia, construir o seu próprio castelo.
A imaginação do menino foi dando lugar ao projeto de um homem que se inspirou em belíssimas construções francesas para tirar do papel, em 30 de junho de 1979, o seu próprio refúgio.
Foram sete anos de obras para transformar a quadra inteira da Rua Prof. Maria dal Conte, 2800, na área central de Flores da Cunha, no Castelo da Família Castellan.
Dividida em quatro andares, segundo informações da época, a construção conta com quatro cozinhas, 16 banheiros, 12 dormitórios, capela, piscina, cantina e boate. O equivalente a 750 metros cúbicos de madeira, telhas de cobre, vitrôs trazidos da Espanha, santos de cedro, janelas e portas de vidros facetados. O telhado feito de cobre foi importado do Chile. Foram mais de 2,3 mil metros quadrados de área construída e 6,4 mil metros quadrados de terreno.
Tudo para que, em 22 de dezembro de 1985 – data em que a mudança para o local foi realizada – o sonho se transformasse em realidade.
Desde sua criação, o castelo desperta a curiosidade de florenses e turistas de todo o Brasil, por isso, é comum vermos diversas pessoas, especialmente aos finais de semana, registrando momentos e, tendo como plano de fundo, as inicias LC gravadas no imenso portão de ferro da entrada da construção.
A Serra Gaúcha, na qual se localiza o município, era habitada por índios caigangues desde tempos imemoriais. O território que compõe o atual município de Flores da Cunha passou a ser ocupado por imigrantes, oriundos especialmente do Norte da Itália, a partir de 1876.
Entre 1876 e 1877 algumas famílias de imigrantes se estabeleceram no atual território do município. Entre elas podemos destacar: Soldatelli, Borghetti, Mambrini, Letti, Piardi, Grizza, Dall Conte, Carletti, Rossetto, Curra, Oldra e outras. A maior leva de colonizadores italianos estabeleceu-se, todavia, entre os anos de 1878 e 1892, época em que foi fundado o primitivo povoado de São Pedro e, posteriormente, também o de São José. Só no final dos anos de 1880 os dois povoados foram reunificados e passaram a formar a Vila de Nova Trento.[5][6]Em 12 de dezembro de 1882 foi nomeado o primeiro capelão da localidade, Pe. Luigi Centin.[7]
Em 1890, por ocasião da elevação da antiga Colônia Caxias a condição de município, território ao qual Nova Trento pertencia, a vila tornou-se a sede do 2º Distrito.
Distrito criado com a denominação de Nova Trento, por Ato nº 5, de 03-07-1890 e por Ato Municipal nº 1, de 26-05-1924, subordinado ao município de Caxias (atual Caxias do Sul).[6]
O município é constituído de três distritos: Flores da Cunha, Mato Perso e Otávio Rocha.
Em 2015, a língua talian foi cooficializada em Flores da Cunha.
Cultura
A cidade teve colonização italiana, recebendo os primeiros imigrantes em 1876[12]. Um forte apelo turístico do município é a preservação das tradições culturais herdadas dos imigrantes italianos: a língua, a gastronomia, a música, a religiosidade, os usos e costumes, assim como os demais elementos da cultura de imigração da região nordeste do estado do Rio Grande do Sul.
A história do galo
Flores da Cunha é conhecida como a "Terra do Galo" devido a um episódio onde um mágico passou pela cidade. Em meados da década de 1930 foi anunciando um show de um mágico (supostamente chamado "Dipiero") em que ele cortaria a cabeça de um galo e, em seguida, faria a cabeça unir-se novamente ao resto do corpo, trazendo o galo de volta à vida. Na hora do show o mágico convidou algumas autoridades ali presentes (o Prefeito e o Delegado) para segurarem a ave. Ele cortou a cabeça do galo, contudo não coseguia unir a cabeça da ave ao corpo.
Neste instante, lembrou-se que havia esquecido de trazer ao palco, um líquido mágico (algumas versões dizem "pó mágico") que faria o milagre acontecer. Ele então saiu do palco e, ao invés de buscar o líquido, acabou fugindo do teatro, levando junto todo o dinheiro da bilheteria.[12] [13]
Acredita-se que esta história seja apenas uma lenda local, que, provavelmente começou como uma piada por parte da população de Caxias do Sul, embora o truque de decepar a cabeça de uma ave e restaurá-la seja considerado o efeito de ilusionismo mais antigo da história.[14]
Повторяем попытку...
Доступные форматы для скачивания:
Скачать видео
-
Информация по загрузке: