Prefeito de Congonhas critica ‘descoordenação’ entre poderes ao lidar com rompimento em mina da Vale
Автор: O TEMPO
Загружено: 2026-02-03
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O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em conta.
Conforme Cabido, em casos como o que ocorreu no final de janeiro, em que houve a confirmação do rompimento de uma estrutura da Vale, órgãos ligados ao Estado tomaram decisões “à distância”. Além disso, não haveria também uma articulação com o governo federal.
“Muitas vezes, eles chegam nesse território ignorando por completo as estruturas municipais. Então, a estratégia e as medidas que o município vem tomando acabam ficando comprometidas por conta da ação descoordenada do Estado e do governo federal”, explica o prefeito de Congonhas. “É muito importante que, antes de qualquer medida, que seja identificado e reconhecido o que já está sendo feito pelo município, sob pena de se gerar um desconforto enorme, porque é como se os fiscais ficassem batendo cabeça. Isso abre brechas para a empresa fugir das suas penalidades porque ela vai responder a quem ela fizer um acordo”, justifica.
Com a confirmação do rompimento, o Estado multou a Vale em R$ 1,3 milhão por poluição ambiental, não comunicação do evento aos órgãos competentes, agravada por invasão de área de terceiros (CSN). Depois, o Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça o bloqueio de R$ 1 bilhão das contas bancárias da mineradora.
O prefeito de Congonhas disse que foi pego “de surpresa” com essas medidas tomadas pelos demais órgãos. Além disso, ele considerou a multa aplicada contra a Vale como “irrisória”.
“Eu entendo que, olhando para os episódios de Brumadinho e Mariana, para os crimes que lá aconteceram, foi essa descoordenação entre as diferentes esferas e instâncias que acabou gerando toda essa impunidade que a gente vê ainda prevalecente”, afirma.
Na avaliação de Cabido, os municípios, que foram diretamente impactados pelas tragédias, tiveram pouco protagonismo nas compensações posteriores.
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