Roberta Sá - Lavoura
Автор: Roberta Sá Oficial
Загружено: 2025-12-20
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Описание:
Faixa 'Lavoura' do álbum 'Tudo Que Cantei Sou'
Gravado na Casa de Francisca, São Paulo-SP, no dia 16 de setembro de 2025.
Ouça o álbum nas plataformas digitais:
#RobertaSá #TudoQueCanteiSou #Lavoura
Direção Artística: Roberta Sá e Pedro Seiler
Direção de Vídeo: Guta Tolhuizen
Produção Musical: Alaan Monteiro
Direção de Produção: Fernanda David
Músicos:
Alaan Monteiro: Direção Musical, Bandolim e Arranjos
Gabriel de Aquino: Violão
Light Designer e Operação de Luz: Olívia Munhoz
Produção: Thiago Bittencourt
Assistente de Produção: Ana Carolina Dell’amico
Direção de Palco: Neno Duarte
Figurino: Marina Franco
Roberta Sá veste Lucas Leão
Make up: Sandro Barreto
Camareira: Elizabeth Chagas
Comunicação: Miriam Roia e Vivi Drumond (Somar Comunicação)
Fotos: Flora Negri
Capa: Philippe Leon
Equipe Vídeo
Equipe Vídeo:
Direção: Guta Tolhuizen
Direção de Fotografia: Fernando Duarte
Operador de Guimbal: Christoffer Pixinine
Câmeras: Bruno Rocha, Fernando Duarte e Rapha Correa
Assistente de Câmera: Cainan Martins
Fotografias Still: Murilo Amancio
Edição: Guta Tolhuizen
Coloar Grading: Fernando Duarte
Finalização: Miolo Filmes
Equipe Áudio:
Gravado por Renato Alscher
Engenheiro de edição: Tuta Macedo
Mixado por Tuta Macedo
Revisão de Mixagem: Matheus Gomes
Masterizado por Fábio Roberto
Mixado e Masterizado no Estúdio Tambor (RJ)
Letra:
Uh uh uh uh
Uhuh uhuh
Quatro da manhã
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o céu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar
Esboço de canção
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza é o grão
Saudade é o chão onde eu planto
Do ventre da solidão
É que nasce meu canto
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza é o grão
Saudade é o chão onde eu planto
Do ventre da solidão
É que nasce meu canto
Do ventre da solidão
É que nasce meu canto
Do ventre da solidão
É que nasce meu canto
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