Trap - Do Morro pro Luxo - Trend Musical IA (Fbsa)
Автор: Trend Musical IA
Загружено: 2026-01-12
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Este canal é para quem acredita que o futuro da música já começou.
Novas tendências, novas sonoridades, sem limites criativos.
Letra
Vim de onde ninguém aposta.
Hoje eles assistem.
Do morro pro luxo…
E ainda querem provar do gosto.
Nasci no aperto, viela e concreto,
Hoje piso macio, hotel discreto.
Antes fome batia na porta cedo,
Hoje é menu caro, sem olhar o preço.
Favela me ensinou a ser ligeiro,
Desconfiar do sorriso e contar dinheiro.
Se hoje eu brilho, foi noite virada,
Cada cicatriz virou jóia cravejada.
Gelo no pulso, corrente no peito,
Não é só estilo, é respeito.
Quem ria de mim mudou o tom,
Agora pede foto quando eu passo de som.
Do barraco pro topo, olha a virada,
Vida bandida, hoje organizada.
Dinheiro chama, fama provoca,
E elas gostam do jeito que o favelado toca.
Luz baixa, perfume caro,
Ela me olha lento, eu já saquei o recado.
Hoje eu posso, hoje eu mando,
Quem vem de baixo aprende cedo a gostar do alto.
Ela desce devagar quando eu chego,
Vestido curto, mente sem medo.
Quer saber do passado, eu dou um sorriso,
Nem todo capítulo merece ser lido.
Quarto fechado, taça na mão,
Clima esquenta sem explicação.
Ela gosta do risco, do perigo no olhar,
Do cara que venceu sem precisar falar.
Nave importada, banco reclina,
Ela morde o lábio quando acelera a pista.
Não prometo amor, prometo verdade,
Uma noite intensa vale mais que metade.
Do barraco pro topo, olha a virada,
Vida sofrida, hoje valorizada.
Dinheiro chama, desejo provoca,
Ela se perde quando o favelado encosta.
Sem pressa, luz de neon,
Corpo fala antes da intenção.
Hoje eu vivo o que antes sonhava,
Favela venceu — e o desejo acompanha.
Mãe, eu cheguei, pode confiar,
Mas não esqueci de onde vim nem vou negar.
Se hoje tem luxo, prazer e opção,
Foi Deus, foi foco, foi revolução.
Eles chamam de sorte, eu chamo de visão,
Enquanto falavam, eu fazia o chão.
Favela cria rei sem coroa,
Quando vence, vence dobrado, à toa não voa.
Ela pergunta se eu fico, eu sorrio de lado,
Aprendi cedo a não ser aprisionado.
Vida intensa, noite longa,
Quem venceu do nada não vive de migalha.
Não é arrogância, é sobrevivência,
Luxo é resposta pra falta de infância.
Se hoje eu desfruto, é merecimento,
Do morro pro mundo, sem arrependimento.
Favela venceu.
O resto observa.
E deseja.
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