É inacreditável como Jill Ireland conseguiu manter seu diagnóstico em segredo de Charles Bronson.
Автор: Os Fatos Ocultos
Загружено: 2025-12-25
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É inacreditável como Jill Ireland conseguiu manter seu diagnóstico em segredo de Charles Bronson.
"Disseram-me que eu tinha câncer. Foi algo terrivelmente assustador, algo horrível ouvir que era maligno. Senti-me tão isolada". Estas foram as palavras de Jill Ireland, uma mulher cuja vida parecia um conto de fadas, mas que na realidade foi escrita com dor e segredos.
O mundo recorda a sua história de amor com Charles Bronson como uma lenda. Casaram-se em 1968, depois de Bronson, com uma audácia arrepiante, dizer ao primeiro marido dela: "Vou me casar com a sua esposa". Mas esse escândalo foi apenas a ponta do iceberg em comparação com o sofrimento que ela mantinha trancado a sete chaves.
Poucos sabiam que, para proteger um contrato de 75.000 dólares, Jill escondeu um aborto espontâneo em pleno set de filmagem. Trabalhou durante mais seis semanas, sangrando por dentro, sorrindo para as câmeras enquanto seu corpo chorava a perda. E anos mais tarde, em 1984, quando descobriu um caroço no peito, sentou-se sozinha durante dez horas, paralisada pelo medo, antes de contar a alguém. O que realmente aconteceu entre ela e Bronson durante essa batalha contra o câncer chocou até mesmo uma Hollywood acostumada a tragédias. Mas para entender essa fortaleza de aço, precisamos voltar ao início, a uma menina nascida sob o céu cinzento da guerra.
Jill Ireland chegou ao mundo em 24 de abril de 1936 em Hounslow, a sudoeste de Londres. Seu pai, Jack, era um importador de vinhos, um homem que tentava manter a família à tona. Viviam numa casa chamada "Churchy", mas a paz foi um sonho breve. Logo antes da guerra, o negócio de Jack começou a desmoronar devido às restrições, e quando Jill completou quatro anos, o céu de Londres tingiu-se de preto.
O bombardeio de Londres, conhecido como "The Blitz", foi aterrorizante. Entre 1940 e 1941, as bombas sacudiam a cidade quase todas as noites. O seu lar já não era um refúgio seguro. Jill, seus pais e milhares de londrinos passavam noite após noite encolhidos nas estações de metrô subterrâneas, frias e úmidas. Às vezes, viviam lá embaixo durante dias, como toupeiras se escondendo de uma águia de aço.
Nesses anos sombrios, o negócio de Jack colapsou completamente. A pobreza bateu à porta. Sem renda, sua mãe, Dorothy, teve que lavar roupa para os vizinhos, esfregando tecidos até as mãos doerem, apenas para ganhar algumas moedas. Jill, com apenas seis anos, não brincava com bonecas; ajudava a dobrar e separar a roupa suja numa casa com rachaduras nas paredes e janelas coladas com fita adesiva para que o vidro não estourasse. Ela não reclamava. Simplesmente continuava trabalhando. Essa luta precoce construiu algo no seu interior, uma força silenciosa que a vida colocaria à prova repetidas vezes.
Em 1943, ao completar sete anos, Jill encontrou uma fuga: o balé. Começou a ter aulas na Real Academia de Dança de Londres. Mas a guerra não respeitava a arte. As sirenes de ataque aéreo uivavam no céu, e ela, juntamente com as outras meninas, muitas vezes tinha que correr para os bunkers no meio de um plié.
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