Hilda Furacão, a Ópera, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro
Автор: Orquestra Ouro Preto
Загружено: 2025-10-14
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Dizem as más, e também as boas, línguas que Hilda Furacão chutou o portão do colégio das freiras e foi bater nas portas da Guaicurus. Que trocou o terço pelos boleros, as novenas pelas madrugadas, e fez Belo Horizonte virar um samba de uma nota só. Do prefeito ao coroinha, ninguém saiu ileso. O povo da época jurava de pés juntos que era tudo verdade (ou não). E, cá entre nós, se não era, ficou sendo. Porque história bem contada é dessas que passam da ficção pro noticiário sem pedir licença.
Pois vejam só: em setembro de 2025, a danada resolve passear pelo Rio de Janeiro. Não de carne e osso, mas de partitura e arrepio. Hilda deu a volta vestida de música, coro e luz, trazida pela Orquestra Ouro Preto, que pegou o romance, coloriu de notas e brilho de redenção.
Com libreto e música de Tim Rescala, direção cênica de Julliano Mendes e a batuta de Rodrigo Toffolo, a história que nasceu nas esquinas de BH ganhou o palco da Cidade das Artes e o coração do público, que saiu dali mais leve, mais apaixonado.
Carla Rizzi, mezzo de voz e alma, é quem veste a pele de Hilda, essa mulher que não aceitava rótulos nem confissões. Jabez Lima é o frei que tentou salvar o mundo e acabou salvo, ou perdido, por amor. Marília Vargas, Marcelo Coutinho, Johnny França e Fernando Portari completam o time de solistas, junto de um coro de 17 vozes que canta como se fosse uma só, mas parece vir de todo o Brasil.
Nos bastidores, Luiz Abreu assina a direção de arte, Paula Gascon costurando figurino que dança com o tempo, Tiça Camargo transformando letras em personagens, Carol Gomes inventando cenário que respira, e Bruno Corrêa fazendo o som pulsar feito coração de moça em noite de baile. A Orquestra Ouro Preto dá o tom. Mineira de nascimento, mas com aquele jeito atrevido que até carioca respeita.
Tim costura bolero com ópera, rádio de válvula com lirismo, e entrega uma trilha que parece o próprio Brasil: cheia de esquinas, contradições e promessas. Porque Hilda é isso. Personagem e metáfora, mulher e cidade, pecado e liberdade.
E quando a música começa, a gente entende: entre a fé e o desejo, o amor ainda é o milagre mais bonito que já inventaram.
A Orquestra Ouro Preto, com essa criação, prova que dá pra fazer ópera com sotaque, emoção e ousadia, em português, com alma brasileira.
Sobre a Petrobras_
A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que fortalecem a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os estados do país.
Turnê Nacional — Hilda Furacão, a Ópera
📍 8 e 9 de agosto — São Paulo/SP — Theatro Municipal (Ingressos esgotados)
📍 18 e 19 de setembro — Belo Horizonte/MG — Palácio das Artes (Ingressos esgotados)
📍 27 e 28 de setembro — Rio de Janeiro/RJ — Cidade das Artes (Ingressos esgotados)
📍 22 e 23 de outubro — Curitiba/PR — Teatro Guaíra
📍 31 de outubro e 1º de novembro — Boa Vista/RR — Teatro Municipal
Patrocínio: @petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.
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