A verdade sufocada: Resposta ao Padre Leonardo da Administração Apostólica de Campos
Автор: Controvérsia Católica
Загружено: 2019-07-18
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A verdade sufocada: Resposta ao Padre Leonardo da Administração Apostólica de Campos
Verdade sufocada por bravatas, verdade sufocada por omissões, verdade, a verdade católica, sendo trocada e adulterada pela grossa mentira modernista sobre o atual estado de coisas na Igreja de Cristo. Foi isso que vi quando assisti nada menos que uma hora e meia de conferência do Padre Leonardo da Administração Apostólica de Campos sobre os erros dos “tradicionais”.
É louvável que Padre Leonardo tenha abandonado a Missa Nova e tenha o propósito de jamais celebrá-la novamente, mas é digno de censura que ele pare por aí mesmo e queira que os seus subordinados o imitem. É verdade, ele já deu um passo adiante; sim, ele já começa a afastar-se da pecaminosa comunhão com os modernistas: do mesmo modo que, na juventude, ia até o outro lado da cidade para evitar a missa de seu pároco comunista, hoje ele procura evitar a Missa Nova em geral. De certa forma, hoje ele já está em desobediência ao que mandou o mui ardiloso Bento XVI em sua Carta aos Bispos de 7 julho de 2007, aquela anexa ao famoso Motu Proprio Summorum Pontificum: “Obviamente, para viver a plena comunhão, também os sacerdotes das Comunidades aderentes ao uso antigo não podem, em linha de princípio, excluir a celebração segundo os novos livros.”
Mas isso não basta. Padre Leonardo não deve contentar-se com um altar lateral na capela ecumênica de Ratzinger e Bergoglio. Ele tem que ir além sob pena de estar caindo e levando os outros a caírem na armadilha do Motu Proprio; sob pena de estar criando uma geração de supostos católicos tradicionais, com muito latim e incenso no exterior, mas com um interior cheio de modernismo. Sob pena, repito, de formar uma futura geração que é tradicional no feitio e no nome, mas não o é no coração. Esses neotradicionalistas seriam os fariseus da sinagoga pós-conciliar, uma minoria que teria muito prestígio e pouco mando, que viveria pacificamente ao lado de seus irmãos saduceus da Renovação Carismática e da Teologia da Libertação. Ora, não pode ser assim!
É preciso dizer toda a verdade! Chamar o seu próximo de cismático e protestante não muda em nada a realidade! Padre Leonardo, como pode o senhor vir com essas bravatas? Os católicos tradicionais, que não reconhecem o Concílio Vaticano II e suas reformas, bem como a autoridade daqueles que o promulgaram, estão simplesmente fazendo o que é de seu dever. A obrigação que todo batizado assume de professar a fé é o que move os católicos a detestarem todas essas inovações doutrinais e disciplinares e resolutamente se afastarem da nova religião dos modernistas. Os inovadores modernistas, por outro lado, com Padre Leonardo e todos os protestantes mais inclinados ao liberalismo e indiferentismo, falam sobre “uma caridade sem fé, muito terna aos incrédulos, que abre a todos infelizmente o caminho da eterna ruína.” (São Pio X, Discurso aos Novos Cardeais, 17 abr. 1917) Isso é modernismo, isso não tem nada a ver com o modo católico de proceder ante os erros modernos.
E é assim que a receita dada por Padre Leonardo consiste em dizer que, embora o católico não pode ser liberal, aqueles que assim o são devem ser tidos como nossos irmãos e nós devemos conquistá-los pelo nosso testemunho de santidade. Essa é a mesma linguagem que os modernistas empregam para falar do diálogo com protestantes e ateus: temos outra fé, mas são nossos irmãos, vamos conquistá-los com o testemunho de nossa vida. Ao que tudo indica, Padre Leonardo já está consciente de que sua religião pós-conciliar está infestada de protestantes e ateus. Aqui há uma confissão do fracasso da nova religião em manter a unidade da fé e da disciplina.
Mas, se assim é, onde está a nota da unidade, característica exclusiva da Igreja Católica? Ela simplesmente não está. E, como a religião moderna já é a imagem e semelhança de uma igreja protestante, o que resta fazer é tratá-la do mesmo modo que as seitas se tratam entre si: “os credos são diversos, mas Deus é um só”.
Essa ideia chama-se ecumenismo, ela nasceu no protestantismo liberal e foi notavelmente condenada nos pontificados de Leão XIII e Pio XI. No vídeo, esse erro moderno é apresentado por Padre Leonardo como se fosse doutrina católica e, pasmem, como se fosse o que nos ensinam os Santos! Que falsificação gigantesca! Na verdade, trata-se de uma ideia protestante adotada por ele e seus correligionários. [...]
Para ler o artigo completo, acesse controversiacatolica.com.
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