O APANHADOR DE DESPERDÍCIOS - USO A PALAVRA PARA COMPOR MEUS (...) | PERCEPÇÃO DAS IDEIAS DO TEXTO
Автор: Editora Explicaê
Загружено: 2021-04-07
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ENEM SIMULADO MEC 2009:
CADERNO ROSA: Questão 132
CADERNO AZUL: Questão 134
CADERNO AMARELO: Questão 134
CADERNO BRANCO/CINZA: Questão 134
NO MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA:
1. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO | 1.1 PERCEPÇÃO DAS IDEIAS DO TEXTO | QUESTÃO 01
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No Explicaê Resolve de hoje, a profe Cláudia Fumie trouxe uma questão da prova de Português do Enem Simulado MEC 2009 que que traz o assunto Percepção das Ideias do Texto
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(ENEM SIMULADO MEC 2009) O apanhador de desperdícios
Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras fatigadas de informar.
Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
BARROS, Manoel de. O apanhador de desperdícios. In. PINTO, Manuel da Costa. Antologia comentada da poesia brasileira do século 21. São Paulo: Publifolha, 2006. p. 73-74.
Considerando o papel da arte poética e a leitura do poema de Manoel de Barros, afirma-se que:
a) informática e invencionática são ações que, para o poeta, correlacionam-se: ambas têm o mesmo valor na sua poesia.
b) arte é criação e, como tal, consegue dar voz às diversas
maneiras que o homem encontra para dar sentido à própria
vida.
c) a capacidade do ser humano de criar está condicionada aos
processos de modernização tecnológicos.
d) a invenção poética, para dar sentido ao desperdício, precisou
se render às inovações da informática.
e) as palavras no cotidiano estão desgastadas, por isso à poesia
resta o silêncio da não comunicabilidade.
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