O que 16.000 livros lidos me ensinaram sobre ler, pensar e escolher
Автор: Bartolomeu Cremonezi
Загружено: 2026-01-30
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⚠️ Nota técnica: peço desculpas pelo enquadramento invertido da câmera. No momento da gravação, o vídeo estava no formato vertical convencional. Recomendo assistir pelo celular, pois isso permite ajustar o ângulo manualmente e acompanhar o conteúdo com maior conforto visual.
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A exposição pública da quantidade de livros que li ao longo da minha trajetória não se orienta pelo impacto numérico, mas pela necessidade de estrutura. Trata-se de criar um ponto de partida claro para projetos que exigem método, circulação e diálogo qualificado.
Este vídeo foi concebido, antes de tudo, para fundamentar a realização de lives digitais com interlocutores cuja seriedade intelectual e consistência admiro profundamente — como o professor Alexander Meireles da Silva, do canal Fantasticursos, e a Condessa Anasta, reconhecida divulgadora da cultura eslava. Esses encontros não se organizam como conversas ocasionais, mas como debates sustentados por repertório, nos quais leitura e pensamento são continuamente testados em público.
A partir desse núcleo digital, o projeto ganha corpo no espaço físico. O objetivo é estabelecer parcerias com unidades da franquia Cheirin Bão, em Belo Horizonte–MG, para a realização de debates presenciais em cafés — ambientes historicamente ligados à circulação de ideias. Nesses encontros, reunidos sob o título Sopro & Silício, submeto meu próprio conhecimento literário a um exercício aberto e rigoroso: perguntas diretas do público, sem roteiros prévios, sem blindagem, sem zona de conforto. Um ensaio público do pensamento, onde errar, ajustar e responder fazem parte do processo.
Essa estrutura — lives que desembocam em debates presenciais — constitui o eixo que sustenta projetos de maior envergadura. Entre eles, a consolidação de um café-livraria em Miami, na Flórida, concebido como espaço híbrido: literatura, café de alta qualidade, debate intelectual e tecnologia convivendo de forma orgânica, conectando presença física e circulação digital.
Dentro desse movimento, insere-se também o tour do café, pensado como a retomada da playlist Roteiros da Liberdade. A proposta é percorrer países cafeicultores não apenas para estudar e apresentar os grãos que pretendo oferecer no futuro estabelecimento em Miami, mas para registrar contextos culturais, históricos e políticos ligados à produção, ao comércio e à liberdade individual. Esses roteiros não se limitam a amigos próximos: a ideia é convidar pessoas que tiveram papel decisivo na minha formação libertária, como Raphael Lima, do canal Ideias Radicais, e Fernando Ulrich — caso aceitem, para viajarmos juntos por alguns desses países, compartilhando reflexão, experiência e diálogo em movimento.
Esses projetos também se articulam a um objetivo jurídico e profissional específico: a aquisição do visto EB-1A (Extraordinary Ability), passo essencial para estabelecer legalmente esse eixo cultural nos Estados Unidos e viabilizar outros desdobramentos, como a escrita e venda de roteiros para plataformas de VOD e o desenvolvimento de narrativas para jogos eletrônicos.
Nada disso nasce do improviso.
No mundo contemporâneo, visibilidade é infraestrutura — não exibicionismo.
Este vídeo, portanto, não encerra uma narrativa.
Ele inaugura um processo contínuo, no qual leitura, debate, viagem e criação caminham juntos, de forma consciente, exigente e aberta.
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