O ROMBO DO AMOR: Calote de R$ 3,6 bilhões explode no Banco do Brasil!
Автор: Rubinho Nunes
Загружено: 2026-02-22
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Você acha que em pleno 2026 não temos mais consequências da Lava-Jato? O Banco do Brasil acaba de admitir um rombo de R$ 3,6 bilhões causado por um único devedor ligado ao Petrolão. Eu te mostro como o esqueleto da Odebrecht voltou para assombrar o seu bolso e como a corrupção do PT continua explodindo anos depois. Prepare-se!
🔗 Fontes usadas no vídeo 👇
1 - Banco do Brasil registra calote de R$ 3,6 bilhões de uma única empresa:
https://g1.globo.com/economia/noticia...
2 - Novonor está por trás de aumento de R$ 3,6 bilhões na inadimplência do BB:
https://www.moneytimes.com.br/exclusi...
➡️➡️ O que será falado no vídeo 👇
O Banco do Brasil admitiu em seu balanço um escândalo que deveria parar o país: um único devedor gerou um rombo de R$ 3,6 bilhões, empurrando a inadimplência do banco inteiro para 5,17%. Sem esse "evento pontual", a taxa seria muito menor. Banco público não pode funcionar como caixa-preta, e se a conta é do BB, a conta é de cada brasileiro. O banco tentou esconder o nome, mas as pistas levam diretamente à Novonor, o novo nome da Odebrecht, a protagonista do maior esquema de corrupção da nossa história.
A Novonor é a antiga Odebrecht do Petrolão, a mesma que quebrou após os esquemas bilionários na Petrobras durante os governos Lula e Dilma. Essa empresa era a controladora da Braskem, petroquímica gigante que agora reestrutura dívidas monumentais. O que estamos vendo no balanço do Banco do Brasil não é apenas um problema contábil, é o fantasma da corrupção petista aparecendo 12 anos depois para cobrar a conta. Quando o prejuízo envolve empresas ligadas ao PT em bancos estatais, não é coincidência; é consequência histórica.
Petista adora dizer que calote é coisa do mercado, mas em banco estatal a decisão é política e a influência vem de Brasília. O BB reorganizou essa "bomba", empacotou a dívida e a repassou para fundos de alto risco, tentando passar o problema adiante. Mas o fato é que o esqueleto da Odebrecht mostra que a corrupção gera buracos financeiros que explodem muito tempo depois de as manchetes esfriarem. A inadimplência saltou porque o aparelhamento das estatais no passado criou dívidas que agora se tornam impagáveis.
Lula vive cercado de sindicalistas e corporativistas que defendem o Estado grande, mas fogem da transparência e da responsabilidade. O resultado prático dessa mentalidade é sempre o mesmo: mais risco para o sistema, mais custo para o pagador de impostos e rombos bilionários que a militância tenta abafar mudando de assunto. O Petrolão não morreu em 2014; ele continua sangrando as instituições públicas e afetando a saúde financeira do banco que deveria servir ao povo, não a projetos de poder.
Esse é mais um "rombo do amor" que cai no colo do brasileiro que trabalha e produz. Enquanto o governo gasta fortunas para tentar limpar a imagem do passado, os números secos dos balanços mostram a realidade do que foi o desgoverno petista. Eu vou continuar expondo cada centavo desviado e cada conta pendurada nas costas do contribuinte, porque a única vacina contra essa podridão é a verdade nua e crua. Faz o L.
📘 Capítulos 👇
00:00 - O Escândalo dos R$ 3,6 Bilhões no Banco do Brasil
00:59 - A Identidade do Devedor: O Esqueleto da Odebrecht
01:50 - Novonor e Braskem: Os Restos do Petrolão
03:16 - Como o BB tentou esconder o Calote de Brasília
03:59 - Consequência Histórica: A Conta da Lava-Jato em 2026
04:25 - Corrupção gera Dívida: O Petrolão que não morreu
04:52 - Conclusão: Mais um Rombo com Amor. Faz o L!
➡️➡️ Meu nome é Rubinho Nunes, sou advogado e atualmente exerço o cargo de vereador pela cidade de São Paulo. Já processei diversas figuras de esquerda e participei ativamente do processo de impeachment da Dilma Rousseff. Luto por um Brasil mais livre e conservador.
#LavaJato #BancoDoBrasil #Lula
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