Passadiços dos moinhos de são Lourenço e Castelo de Monforte de Rio Livre
Автор: Azores4travel
Загружено: 2022-04-09
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A pequena rota “Trilho de Moinhos de São Lourenço” é circular.
O trilho segue em direção à aldeia de Cela, passando junto à Igreja de Nossa Senhora das Neves, e segue até ao Miradouro de São Lourenço, de onde se avista todo o amplo vale onde se instalou a cidade de Chaves.
Desce até aos passadiços dos moinhos de São Lourenço, estruturas artificiais em madeira (varandins, corrimões, pontes e escadas) que permitem percorrer em segurança cerca de 100 metros das margens ribeirinhas de uma linha de água que serviu, outrora, como fonte de energia motriz para um conjunto de moinhos de água, agora em ruínas. Neste troço, é ainda possível apreciar uma paisagem verdadeiramente singular, onde se destacam cascatas, formas de erosão provocadas pela ação da água e a vegetação ripícola.
O percurso prossegue até à Capela da Senhora dos Aflitos, e continua subindo por uma Calçada Romana de volta ao Miradouro de São Lourenço. Segue até à aldeia de São Lourenço, passando pela sua Igreja Matriz e terminando junto ao painel informativo da pequena rota.
Castelo de Monforte de Rio Livre
Junto da Ribeira de Águas Livres, num outeiro escarpado de excelentes condições naturais de defesa, ergue-se o castelo de Monforte de Rio Livre.
Não se sabe ao certo quando foi construído. É possível, dada a sua posição em relação à via romana Astorga/Braga, que este morro tenha conhecido um povoamento pré-medieval. É certo, contudo, que aqui já se erguia uma fortaleza que foi tomada por D. Afonso Henriques em 1139. Seria reconstruída por essa altura bem como posteriormente no tempo de Afonso III, a quem se deve o primeiro foral.
Teriam surtido efeito estes e outros esforços ainda mal conhecidos, pois D. Dinis procede as obras de vulto ampliando a cerca da vila, que denuncia um crescimento demográfico considerável, e reforçando a defesa do castelo com a construção da torre de menagem bem como de mais três torres de reforço ao pano das muralhas.
A torre de menagem que chegou aos nossos dias é um edifício de planta quadrangular, de aparelho regular em granito, cujo acesso se processa pelo adarve. Destaca-se, entre as poucas fenestrações que rasgam a torre, uma janela geminada de duplo arco gótico. O conjunto de mísulas que rodeiam o seu topo testemunham a existência de um poderoso balcão, possivelmente construído já no século XV ou XVI.
A constante preocupação dos monarcas portugueses em manter estes pontos habitados leva D. João I a declarar a vila couto de homiziados, salvo para traidores ou aleivosos.
Uma planta do século XVIII documenta o estado de ruína desta fortificação sobretudo no que diz respeito aos quartéis da cavalaria. Habitariam a vila cerca de 381 habitantes, número que tendeu a reduzir-se ao longo dos tempos. Em inícios do século XIX, fruto de um conjunto nacional de obras de beneficiação das fortificações, foi artilhada com quatro praças. Mas o seu destino militar estava traçado. A evolutiva perda de importância deste ponto outrora primordial na defesa da fronteira portuguesa culmina com a sua despromoção como vila e como sede de freguesia.
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0:00 Introdução/mapa do trajeto
0:23 Trilho Moinhos de São Lourenço
2:13 Castelo de Monforte
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