Arte, Mediação e Símbolo: o sentido que vem | José Tolentino Mendonça (completo)
Автор: Cardeal José Tolentino Mendonça
Загружено: 2023-12-01
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Conferência de José Tolentino Mendonça, inserida n'As Conferências do Museu 2018, organizadas pelo MASF, sobre o tema "Questões de Arte Sacra".
RESUMO
A palavra “divórcio” parece à primeira vista ser ajustada para descrever o longo desencontro, que a modernidade tem todos estes séculos documentado, entre os discursos e práticas artísticas e o catolicismo. Sobretudo quando se compara com os séculos anteriores é difícil fugir ao léxico da rutura. Dir-se-ia que no domínio da estética entramos num irresolúvel inverno, sem sombra daquela aura de glória que a história da arte impõe (e que o Museu de Arte Sacra do Funchal testemunha amplamente). E os efeitos têm uma crueza que dói, de parte a parte: não só grande parte da arte dita sacra que se passou a produzir e a adotar só com uma excessiva boa vontade se pode chamar de
arte (o kitsch pietista ou a contrafação pretensamente moderna passaram a colonizar o espaço religioso), mas também a própria produção artística entrou vezes demais no labirinto de uma autorreferencialidade que lhe retira capacidade de ressoar para lá da imanência, quando não da banalidade. Mesmo assim não deixo de pensar que o termo “divórcio” é completamente equívoco, pois caricatura um problema que ganha muito em ser tratado na sua complexidade.
Na minha comunicação vou centrar-me na experiência da beleza, e no contexto anteriormente esboçado - que culturalmente é o nosso - explicar porque é que não podemos desistir da beleza.
Percorrerei cinco etapas:
1. Pertencemos a um tempo que renunciou à beleza?
2. O que é este chamamento inapagável da beleza?
3. Precisamos de uma nova mistagogia?
4. Do Deus necessário ao Deus desejável
5. Reconciliar-se com a beleza
| Instagram: / comodissetolentino
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