CASTELO GARCIA D'ÁVILA - COM VISITA ASSOMBRADA
Автор: Fatos Macabros
Загружено: 2023-12-29
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A saga dos pioneiros Garcia D'Ávila inicia-se com a chegada do primeiro membro no Brasil no ano de 1549, juntamente com Tomé de Souza.
Fidalgo de pequena nobreza, construiu imensa fortuna, fazendo com que a sua família se tornassem os maiores latifundiários e pecuaristas do Brasil Colonial conquistadores de Sergipe e do sertão do São Francisco, proprietários da metade de todo o território do Piauí.
O Castelo Garcia D’Ávila foi a primeira edificação fortificada, a maior e mais imponente residência feudal do Brasil Colônia e também, o maior centro civil de desenvolvimento do Brasil Colonial.
Garcia d’Ávila Pereira de Aragão nasceu em 4 de outubro de 1735, em Santo Tomás do Iguape, na fazenda do avô.
É exatamente esse ilustre fazendeiro baiano o autor de uma série de torturas e castigos contra seus escravos, que o torna merecedor do deplorável título de o maior carrasco de que até então se tem notícia na história do Brasil.
Em uma denúncia feita ao Santo Ofício, o acusador alega o dever de “descarregar sua consciência”, delatando o poderoso fazendeiro como autor, por falas e feitos, de 47 “heresias”: 26 itens referem-se a torturas e castigos extremamente cruéis aplicados pelo Mestre de Campo Garcia D’Ávila Pereira Aragão contra seus escravos e 21 itens incriminam o proprietário da Casa da Torre em sacrilégios, blasfêmias e irreverência contra a religião católica – a única permitida na época em toda cristandade.
Item 22 constante na denúncia encontrada na Torre do Tombo:
· Que a um menino de quatro anos, chamado Arquileu, filho de uma sua escrava, chamada Prudência, vigiando uma figueira (para que) os passarinhos não comessem os figos dela, e por achar um figo picado dos ditos passarinhos, o açoitou com um chicote de açoitar cavalos, pondo- o nu, rigorosissimamente pelas costas, pernas e todo o corpo, e principalmente pela barriga, já com feridas tão idôneas (hediondas?) e feias, que senão fora uma sua mulata chamada Custódia, ama de sua casa, que desesperadamente veio de dentro, pegando no menino e o meteu entre as pernas, cobrindo-o com a saia, dizendo: também quero morrer, mate-me a mim também, que depois de morta escusarei de ver tantas heresias que se fazem nesta casa sem temor de Deus e de sua Mãe Santíssima. Então sossegou o Mestre de Campo daquela maldita fúria e barbaridade com que estava martirizando aquele pobre cristão anjinho, e senão, matava-o debaixo daquele chicote, porque já lhe tinha comido toda a pele do corpo, principalmente da barriga, que estava já tudo em carne viva. E ela olhando e vendo em seu filho aquela heresia e barbaridade, como estaria aquele coração atormentado e agoniada! E assim se observa o dito Mestre de Campo Garcia D’Ávila Pereira Aragão com todos os meninos de sua casa, que vê-los das nádegas, metem compaixão. E se a mãe do filho que apanha mostra tristeza e sentimento, também vai ao suplício. E se o filho mostra tristeza e sentimento da mãe que apanha, também vai ao suplício. E se o parente, que apanha, mostra tristeza, também apanha: hão de ver e presenciar, e andar alegres. Enfim, não digo nada ao muito que tinha que dizer.
O último habitante do Castelo faleceu no ano de 1852, fazendo com que a Casa da Torre fosse relegada ao abandono e ficasse em ruínas.
O Castelo foi tombado pelo patrimônio no ano de 1938 e encontra-se aberto para visitação nos dias atuais.
Muitas histórias de vultos, aparições, sons de choro e lamento, gritos e sons de correntes que se arrastam são relatadas por diferentes pessoas.
Fomos até o Castelo Garcia D’Ávila e a sensação pesada e energia sombria que pairam no ar é algo extremamente inegável!
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Site Fundação Garcia D'Ávila: https://fgd.org.br/
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