Caso de tráfico humano no Gerês: “A terem sido escravos, então foram escravos VIP”
Автор: Falé de Carvalho Defense Criminal in Portugal
Загружено: 2026-01-20
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Joaquim Gomes
19.01.2026 22:34
Arguidos negam todos os crimes.
Em declarações a O MINHO, António Falé de Carvalho explicou que “os familiares da companheira do meu cliente até poderão queixar-se de terem sido mal pagos e abaixo da tabela salarial, mas daí até falar-se em ‘escravatura’, não faz qualquer sentido”.
“Aquilo que manifestei perante o senhor juiz de instrução criminal, nas alegações orais do debate instrutório, é que se poderão discutir essas situações remuneratórias no Tribunal do Trabalho ou no Tribunal Cível, mas não são do foro criminal”, afirmou.
O mesmo advogado pediu que Alain Corneille passe do regime prisão preventiva, para a prisão domiciliária, controlada através de pulseira eletrónica. “Aguardarmos agora pela decisão a proferir no seu despacho finda a fase de instrução criminal”, referiu
Advogado António Falé de Carvalho, defensor de Alain Corneille. Vídeo: Joaquim Gomes / O MINHO
O casal, o belga e a brasileira, foi acusado de nove crimes de tráfico de pessoas e onze crimes de auxílio à imigração ilegal, ao alegadamente obrigarem seis brasileiros, familiares da arguida, a trabalhar com “mão-de-obra a custo zero ou próximo disso”.
Mas o advogado António Falé de Carvalho considera que “isso não é nada verdade”, uma vez que, segundo aquele causídico, a “Polícia Judiciária (PJ) limitou-se a ouvir os depoimentos dos queixosos, não fez mais nada, nada”.
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