PAGANISMO? Porque orar no muro – (Kotel)
Автор: Histórias com Carlos Caprice
Загружено: 2025-09-25
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O termo. “Muro das Lamentações” é uma expressão criada por viajantes europeus no século XIX, carregada de conotação orientalista e reducionista — quase como se todo o vínculo judaico com o lugar fosse resumido a “chorar”.
O nome mais adequado e respeitoso é Kotel (em hebraico, הכותל המערבי — HaKotel HaMa'aravi, ou “Muro Ocidental”). Esse é o termo usado pelos judeus e em documentos oficiais em Israel. Ele remete diretamente à localização: trata-se da muralha ocidental que restou da grande plataforma construída por Herodes no século I a.C. para expandir o Monte do Templo.
O judeu vai ao Muro Ocidental (também chamado de “Muro das Lamentações”) porque ele é o último vestígio visível do antigo Templo de Jerusalém, destruído pelos romanos no ano 70 d.C. Na realidade um grande muro de arrimo construido por Herodes.
Na tradição judaica, o Templo era o lugar da presença divina na Terra, o ponto máximo de ligação entre Deus e o povo. Mesmo depois da destruição, a santidade do local não desapareceu. Os rabinos do período pós-Templo ensinaram que a Shechiná (a presença de Deus) nunca abandonou aquele espaço. Assim, estar diante do Muro é, para o judeu, estar o mais perto possível do lugar que, para eles, é o “coração espiritual do mundo”.
O Muro virou lugar de oração individual e coletiva. Judeus de todo o mundo colocam bilhetes com pedidos e preces entre suas pedras.
É um ponto de identidade e memória: por séculos de exílio e perseguição, voltar ao Muro significava manter viva a ligação com Jerusalém.
Ou seja, não é só um muro: é memória, é saudade, é resistência e é espiritualidade condensada em pedra.
Se você reparar bem, o Muro é quase como uma cicatriz da história — dolorosa, mas ao mesmo tempo testemunho de sobrevivência. E isso explica por que é tão poderoso para o judeu estar ali.
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