É assim que vive ALEX. Um jogador que fez um uma verdadeira HISTÓRIA DE CAMPO e hoje como...
Автор: Lion Sports
Загружено: 2026-02-05
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#futebol #fortuna
A história profissional de Alex começou onde poucos imaginavam que nasceria um craque.
Foi nas categorias de base do Coritiba que ele deu os primeiros passos, ainda garoto, até se profissionalizar em 1995. A estreia veio no dia 2 de abril, em uma vitória por 3 a 1 contra o Iraty, pelo Campeonato Paranaense. Logo ali, no primeiro jogo como profissional, Alex já deixou sua marca: deu uma assistência. A primeira de muitas.
Pouco tempo depois, no dia 7 de junho, veio também o primeiro gol. Na goleada por 4 a 0 sobre a Sociedade Esportiva Matsubara, novamente pelo estadual, o jovem meia mostrou que não era apenas um passador refinado… também sabia decidir.
Aquela temporada marcou o surgimento de um talento raro. O Coritiba terminou como vice-campeão paranaense, e um garoto de apenas 17 anos passou a ser apontado como a grande revelação do campeonato. O nome dele começava a circular fora do Paraná.
Mas o momento mais simbólico ainda estava por vir.
Em 13 de dezembro, Alex foi protagonista de uma das partidas mais importantes da história do clube. No clássico contra o Atlético Paranaense, ele marcou um gol e deu uma assistência na vitória por 3 a 0 — resultado que garantiu o retorno do Coritiba à elite do futebol brasileiro.
Ali nascia o “Menino de Ouro”.
O apelido não era exagero. Era reflexo de atuações maduras, decisivas e de uma inteligência incomum para alguém tão jovem. Alex permaneceu no Coxa até 1997, quando passou a despertar o interesse de clubes maiores e recebeu propostas para dar o próximo passo na carreira.
Ao final dessa primeira passagem, os números impressionavam:
120 partidas, 32 gols e 38 assistências.
Mais do que estatísticas, era o prenúncio de uma carreira que seria construída com classe, visão… e genialidade silenciosa.
Em 1997, Alex tinha duas propostas idênticas nas mãos: Palmeiras e Corinthians. A escolha foi pelo Verdão, que iniciava um novo ciclo com apoio da Parmalat. E a decisão não demorou a se justificar.
Rapidamente, Alex se tornou ídolo da torcida, não só pela técnica refinada, mas pelo profissionalismo. Logo em sua primeira temporada, foi vice-campeão brasileiro, e nos anos seguintes passou a ser protagonista de uma das fases mais vitoriosas da história do clube.
Em 1998, conquistou seus primeiros títulos como profissional: a Copa do Brasil e a Copa Mercosul, sendo artilheiro do torneio continental e decisivo em jogos contra gigantes sul-americanos. O desempenho rendeu sua primeira convocação para a Seleção Brasileira.
Mas o auge veio em 1999.
Com atuações históricas, Alex foi um dos grandes responsáveis pela conquista inédita da Libertadores, especialmente na semifinal contra o River Plate, onde marcou dois gols e comandou a virada que entrou para a história do clube. Ao fim do torneio, foi eleito para o time ideal da América do Sul.
Naquele mesmo ano, viveu momentos intensos: foi campeão da Copa América, vice no Mundial de Clubes contra o Manchester United, artilheiro do Campeonato Paulista e protagonista em clássicos decisivos contra o Corinthians.
Em 2000, manteve o alto nível. Foi campeão do Pré-Olímpico com a Seleção Sub-23 como capitão, conquistou o Torneio Rio–São Paulo sendo decisivo em todas as fases e ainda ajudou o Palmeiras a chegar a mais uma final de Libertadores, ficando com o vice-campeonato nos pênaltis.
Ao fim daquele ciclo, com o encerramento da parceria com a Parmalat, Alex foi negociado com o Parma, da Itália, por 16 milhões de dólares.
Somando todas as passagens pelo Palmeiras, foram 241 jogos, 78 gols e 56 assistências.
Mais do que números, uma era marcada por genialidade, liderança… e história.
Alex chegou ao Cruzeiro no fim de 2002, cercado de confiança. Tanta, que Vanderlei Luxemburgo bancou pessoalmente sua permanência. O que veio depois entrou para a história.
Em 2003, Alex viveu o ano mais espetacular de sua carreira. Foi campeão mineiro, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, liderando o Cruzeiro na histórica Tríplice Coroa. Artilheiro do time, líder em assistências e dono de atuações antológicas, marcou gols memoráveis, distribuiu passes decisivos e chegou a fazer cinco gols em uma única partida. Ao fim da temporada, recebeu a Bola de Ouro e foi considerado por muitos um dos melhores jogadores do mundo.
Em 2004, conquistou mais um Campeonato Mineiro como artilheiro, mas viveu também um dos momentos mais dolorosos da carreira ao ser eliminado da Libertadores nos pênaltis. Pouco depois, se despediu do clube como ídolo absoluto e seguiu para o futebol europeu.
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