📽 1873 📽✈️ ALBERTO SANTOS DUMONT – O voo do menino Dumont . 📄 HISTÓRIAS DE UMA VIDA .
Автор: TudoSobre SãoJoaquim
Загружено: 2026-01-18
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📄 HISTÓRIAS DE UMA VIDA – Homens que marcaram seu tempo - Região de Ribeirão Preto (SP)
📽 1873 📽✈️ ALBERTO SANTOS DUMONT – Da terra roxa ao azul do céu. O voo do menino Dumont
🟤 O despertar de um gênio entre o café e as máquinas
Alberto Santos Dumont nasceu em 20 de julho de 1873, em Cabangu, Minas Gerais, mas foi no interior paulista que sua história começou a ganhar forma. Filho de Henrique Dumont, engenheiro e grande cafeicultor conhecido como o “Rei do Café”, Alberto cresceu na Fazenda Dumont, na região de Ribeirão Preto — um verdadeiro polo de inovação em pleno coração rural do Brasil.
Diferente da imagem rústica que muitos europeus tinham das fazendas brasileiras, a propriedade da família Dumont era marcada pela tecnologia e pela modernidade. Trilhos cortavam os cafezais, locomotivas transportavam a produção e máquinas eram parte do cotidiano. Nesse ambiente, o menino Alberto começou a sonhar alto.
🚂 Infância movida a vapor e curiosidade
Desde muito cedo, Alberto demonstrou fascínio pelas engrenagens e pela mecânica:
👦 Aos 7 anos, já tinha permissão para conduzir as locomotivas da fazenda. Aos 12 anos, substituía o maquinista nas locomotivas Baldwin, percorrendo quilômetros de ferrovias particulares carregadas de café.
Leitor voraz, encontrou nas obras de Júlio Verne a ponte entre imaginação e ciência. Observando o voo dos pássaros e insetos, via na fazenda não apenas um lar, mas um grande laboratório a céu aberto.
🇫🇷 O encontro com o destino: Paris
Em 1891, após um grave acidente sofrido por seu pai, a família viajou para Paris em busca de tratamento médico. Foi ali, no Palácio da Indústria, que Alberto teve um encontro decisivo: pela primeira vez, viu um motor a petróleo em funcionamento. Diante da máquina, compreendeu que o futuro estava ali — e que ele queria fazer parte dele.
Sensível à vocação do filho, Henrique Dumont tomou uma decisão histórica: emancipou Alberto aos 18 anos, entregou-lhe sua herança e disse palavras que mudariam o mundo:
“Prefiro que não seja doutor. Vá para Paris, estude Química, Física e Mecânica. Vá, enfim, criar asas.”
🎈 Balões, dirigíveis e a conquista do céu
Em Paris, Alberto mergulhou nos estudos e experimentações. Em 1898, construiu o balão “Brasil”, leve, inovador e surpreendente. Mas flutuar não era suficiente — ele queria dirigir no ar.
Sua ousadia maior veio com o uso de motores a gasolina em balões, algo considerado extremamente perigoso na época. Ainda assim, provou ser possível. Em 1901, com o Dirigível nº 6, contornou a Torre Eiffel e venceu o Prêmio Deutsch, tornando-se uma celebridade mundial e símbolo do progresso científico.
🛩️ O mais pesado que o ar: o 14-Bis
O desafio seguinte era maior: fazer voar uma máquina mais pesada que o ar. Em 23 de outubro de 1906, no campo de Bagatelle, em Paris, diante de uma comissão oficial e de uma multidão, o 14-Bis (Oiseau de Proie II) decolou, voou por 60 metros e pousou por seus próprios meios — sem trilhos, sem catapultas, sem ventos externos.
Era a aviação nascendo diante dos olhos do mundo.
🕯️ Legado, ética e eternidade
Santos Dumont jamais patenteou suas invenções. Para ele, o conhecimento pertencia à humanidade. Seus voos foram públicos, documentados e observados por cientistas, consolidando sua imagem como um dos grandes pioneiros da aviação.
Afastou-se das invenções em 1910, mas seu legado já era eterno. O menino que observava o céu nos cafezais de Ribeirão Preto provou que o engenho brasileiro podia — e sabia — voar.
✈️ “A aviação não era um brinquedo. Exigia dedicação, coragem e responsabilidade.”
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