Margarida Penedo | Dinheiro público não deve financiar agendas ideológicas – AML (13/01/2026)
Автор: Assembleia Municipal Chega | Lisboa
Загружено: 2026-01-13
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A Deputada Margarida Penedo, do Grupo Municipal do Chega em Lisboa, intervém na 6.ª Reunião Plenária da Assembleia Municipal de Lisboa, a 13 de janeiro de 2026, no âmbito da votação do Orçamento Municipal e das Grandes Opções do Plano.
A deputada começa por confirmar o voto favorável do Chega, após a análise detalhada de todos os pelouros, sublinhando a importância de devolver prioridade aos problemas nucleares da cidade.
➡️ Higiene urbana, lixo, buracos nas ruas e passeios danificados são apontados como as verdadeiras preocupações dos lisboetas.
➡️ É criticada a atuação de executivos anteriores, mais focados em agendas ideológicas e eventos do que na gestão básica da cidade.
Apesar do voto favorável, Margarida Penedo manifesta reservas profundas quanto a vários programas municipais:
➡️ Dúvidas sobre a eficácia e neutralidade política de planos ligados à educação antirracista, integração de migrantes e igualdade e não discriminação.
➡️ Crítica à ideia de que o Estado deva moldar consciências, defendendo antes que os governos reflitam a vontade da sociedade.
➡️ Defesa de uma integração baseada no ensino da língua e dos costumes portugueses, e não em programas ideológicos.
Na área do urbanismo e habitação, a deputada saúda a união dos pelouros, considerando que não há política de habitação sem uma visão urbanística integrada, e questiona o modelo de funcionamento da SRU.
Um dos pontos mais críticos da intervenção incide sobre a política cultural e a EGEAC:
➡️ Rejeição do financiamento de uma cultura panfletária e ideológica, com fraca adesão do público.
➡️ Afirmação clara de que um executivo de direita não é obrigado a financiar agendas culturais de esquerda.
➡️ Defesa de critérios de qualidade, responsabilidade e respeito pelo dinheiro dos contribuintes.
Respondendo a críticas sobre censura, Margarida Penedo esclarece que a questão não é limitar a liberdade de expressão, mas sim a correta gestão de fundos públicos.
A liberdade artística existe — não deve é ser paga pelos contribuintes contra a sua vontade política.
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