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As teorias raciais do séc XIX: embranquecer para modernizar | Relações raciais [Parte 1]

Автор: PROF. MARCOS HENRIQUE AMARAL

Загружено: 2020-09-02

Просмотров: 17282

Описание: "A espécie humana pode ser classificada em raças; algumas mais avançadas e outras mais atrasadas". Era assim que autores como o francês Arthur de Gobineau explicavam as diferenças culturais no século XIX: recorrendo a um DETERMINISMO BIOLÓGICO que atribuía às supostas diferenças genéticas entre três grandes "raças" - caucasianos, negroides e mongoloides - o desenvolvimento de diferentes comportamentos e aptidões culturais. Segundo essas ideias, que podemos chamar de TEORIAS RACIAIS, brancos (europeus) comporiam a "raça" geneticamente mais adequada à modernidade do capitalismo industrial, enquanto negros e mestiços - estes segundos sendo resultado da mistura entre "raças" diferentes - seriam considerados natural e inexoravelmente mais atrasados; por isso, eram relegados, na divisão do trabalho, às atividades braçais, que demandavam quase que exclusivamente vigor físico em detrimento da atividade intelectual.

As teorias raciais chegam ao Brasil escravocrata daquele século (Gobineau esteve no Brasil em 1869) e passam a influenciar autores como Nina Rodrigues, João Baptista Lacerda e Oliveira Vianna os quais, na virada para o século XX, diagnosticavam que o motivo do "atraso" brasileiro era a presença maciça de "raças" e "sub-raças" atrasadas; negros e mestiços. "O mestiço é um degenerado", "o Brasil é um caos étnico" - dizem algumas dessas pessimistas avaliações. A solução encontrada para modernizar o Brasil seria, então, "EMBRANQUECÊ-LO": o Estado deveria intervir nos nascimentos e mortes de modo a promover uma espécie de "melhoramento genético" de sua população. Assim, o Brasil do período adota um discurso de EUGENIA semelhante ao encontrado, por exemplo, no Apartheid sul-africano e no Holocausto nazista. Discurso explicitado no incentivo estatal à imigração europeia e na perseguição e criminalização das populações negras, mantidas afastadas da cidadania plena graças à permanência dos estereótipos raciais contidos no racismo pretensamente "científico" de Arthur de Gobineau.

Para entender melhor este assunto, assista a videoaula e leia as páginas 118, 119 e 120 de seu livro didático (você vai encontrar os títulos "Raça, racismo e etnia: aspectos socioantropológicos" e "Teorias raciais e eugênicas").

Deixem as dúvidas e obervações nos comentários para que eu possa dar suporte a vocês!
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Professor Marcos Henrique Amaral

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