História dos Caminhões PUMA
Автор: большой руль
Загружено: 2020-10-10
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Os Caminhões PUMA são um dos poucos de origem brasileira, com vários modelos montados, raros hoje em dia, a Puma, era uma montadora brasileira de automóveis de pequena série, instalada na capital São Paulo, criada com o fim específico de construir o esportivo GT Malzoni, e outros esportivos, porém, também fabricaria alguns distintos caminhões, com inovadoras cabines em fibra de vidro.
Tudo começou com o interesse da marca, em atender a uma demanda de grandes empresas distribuidoras, que sofriam com a corrosão excessiva das cabines de metal dos fabricantes clássicos, assim, aproveitando de sua expertise em trabalhar com fibra de vidro, desenvolveu uma cabine avançada, totalmente em fibra, chamada de cabine frontal Puma, para suprir a demanda de nada menos que empresas como coca cola e ultragás, com suas frotas de Chevrolets, Fords e Godges.
O projeto deu certo, as cabines atendiam bem a demanda, e com o sucesso a Puma resolveu investir mais em caminhões, dessa vez para desenvolver um projeto próprio.
O primeiro caminhão brasileiro Puma foi então apresentado no ano de 1978, modelo chamado de 4T, com capacidade de carga de 4 toneladas, para enfrentar no mercado de leves nada menos que Ford F4000, na mesma categoria de peso, a caixa de câmbio era Clark de 4 marchas, e com duas opções de motores a diesel, o Perkins 4236 de 3,9 litros, 82cv, e o MWM 229 de 3,9 litros e 83 cv, com a cabine de fibra de vidro, 1979 acabou por ser o melhor ano da história da empresa, com 3.609 veículos fabricados, dos quais 179 caminhões.
Em outubro de 1980 para a linha de 1981, a Puma resolveu ampliar as opções com um modelo para duas toneladas, o 2T, e um 6 toneladas, o 6T. O 2T tinha rodado simples, e o motor MWM 3 cilindros de 2.9 litros, que gerava 19.4KGFM e 63CV.
O 6.T, era disponível também com os mesmos motores Perkins e MWM e iguais características técnicas, porém com cinco marchas, e opção de motor Chevrolet a álcool de 4,8 litros e 150 cv. Os dois modelos tinham a mesma cabine de fibra, pequeno para-brisa e enorme grade dianteira.
Os projetos da Puma eram muitos, foi apresentado um chassi de micro-ônibus, protótipo de utilitário elétrico para uso urbano, havia planos para de lançar um caminhão 4×4 com tração Engesa e cabine de um lugar, para aumentar a área disponível para carga, más sem sucesso.
A Puma enfrentou ainda alguns desastres em sua fábrica, inundações que destruíram boa parte dos equipamentos e projetos, havia falta de capital de giro, que se somava a recessão econômica do país, em todo o ano de 1984 foram fabricados nada mais do que 119 veículos.
Em 1985 a PUMA teve a falência decretada, no mesmo ano, pouco após a falência, todos os moldes, equipamentos e direitos de fabricação dos automóveis e caminhões foram adquiridos pela Araucária S.A. Indústria de Veículos, que transferindo a para Curitiba (PR), pretendia retomar a produção em 1986, os planos eram grandes, tanto para os carros como caminhões, porém, nada se concretizou, e sem conseguir administrar o negócio, em 1988 a Araucária transferiu a licença para a também curitibana Alfa Metais, empresa do ramo de autopeças.
A invasão dos automóveis importados no início da década de 90, levaria a empresa a priorizar a linha caminhões, a produção tinha recomeçado em 1989, com 30 veículos/mês dos modelos 2.T e 4.T, os chassis de ônibus foram relançados dois anos depois, em 1991, a Alfa Metais assinou contrato de exclusividade com a paulista Caio para fornecimento de carrocerias para até 34 passageiros, no mesmo ano, foi lançado a novo caminhão 914, para 4 t, atualização do antigo 4.T. A cabine foi reestilizada: grade menor em altura, faróis retangulares, para-choque com spoiler e degraus de acesso após o eixo dianteiro foram as principais mudanças visíveis. O interior da cabine foi revisado ergonomicamente, recebendo várias alterações.
Em 1994, outro caminhão foi lançado, desta vez um produto totalmente novo, o 9000 Turbo Power, para 5,6 t – o de maior capacidade na categoria dos leves e primeiro da marca com cabine basculante, tendência lançada já a algum tempo no mercado de caminhões, o Puma 9000 tinha o mesmo MWM de 3,9 l dos outros modelos, porém agora turboalimentado, com 119 cv de potência.
O último lançamento da Alfa Metais ocorreu em 1996, o 7900 CB, com cabine basculante, substituindo o 914. O pequeno caminhão recebeu o novo motor MWM Série 10, o mesmo utilizado no volkswagem 7.100, aspirado, de 95 cv, freios de ação progressiva e a cabine do irmão maior 9000, com algumas mudanças estéticas: grade retocada, logotipo reposicionado e de maior tamanho, novos conjuntos óticos e faróis auxiliares quádruplos.
Por ironia do destino, a marca que surgiu para fabricar um automóvel esportivo, teria como último veículo em linha de produção um caminhão, o 7900CB foi o último produto, pois em 1999, a Alfa Metais desativou a linha de fabricação de caminhões.
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