5 Reflexões da psicanálise sobre o EU e o Espelho - Freud, Lacan e Anzieu
Автор: Edna Motta - Mulher Tríplice
Загружено: 2025-11-12
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🌒🪞 O EU E O ESPELHO- 5 Reflexões 🪞
Você já se perguntou sobre a construção do seu EU? O que buscamos ao olhar no espelho? Trago aqui 5 reflexões a partir da minha interpretação em psicanálise sobre o “Eu e o Espelho”, entre Freud, Lacan, Didier Anzieu e Alice no País das Maravilhas:
1. Freud — o eu como ilusão necessária.
Para Freud, o eu nasce como uma superfície — uma instância que tenta unificar o que é fragmentado. O espelho, nesse sentido, é tanto o reflexo de um desejo de unidade quanto o disfarce do conflito interno. Aquilo que o eu acredita ser, é sempre um esforço de costura sobre o inconsciente.
2. Lacan — o estádio do espelho.
Em Lacan, o momento em que a criança se reconhece no espelho é também o instante em que se aliena. Ao dizer “sou eu”, inaugura-se o mal-entendido fundamental: o eu é uma imagem, uma forma exterior que promete completude, mas nunca coincide com o ser real. O sujeito nasce entre a imagem e a falta. Sabe aquela busca incessante por “correções estéticas”, pela dita “perfeição”? É a denúncia da falta, porém cada caso deve ser analisado no um a um.
3. Didier Anzieu — o Eu-Pele.
Anzieu aprofunda a metáfora freudiana e lacaniana ao dizer que o eu é como uma pele psíquica: ele reveste, protege e delimita o sujeito. E a pele que reveste a carne se torna o continente do Eu. O espelho, então, não apenas mostra — ele toca. Cada olhar devolvido por ele pode ferir ou acariciar a pele simbólica que nos contém.
4. Alice — o espelho como passagem.
Quando Alice atravessa o espelho, ela não encontra o mesmo mundo invertido, mas o desdobramento de si mesma em multiplicidades. Sua travessia é a metáfora do encontro analítico: o espelho se transforma em portal quando ousamos olhar além da aparência, questionando “quem sou eu agora?”.
5. O espelho da análise.
Na análise, o espelho não é o da vaidade ou do auto engano, mas o da verdade simbólica. Ele reflete não o que queremos ver, mas o que insiste em se mostrar — fragmentos, lapsos, gestos, silêncios. É nesse reflexo deslocado que o sujeito se reencontra consigo, não como imagem, mas como presença viva e desejante.
✨ Na Poíesis e Anima – Edna Motta Psicanalista, o espelho é o lugar onde o olhar se torna escuta.
Um espaço para atravessar as imagens e se aproximar do que em você pede sentido, forma e delicadeza.
🌹 Agende sua sessão de análise e permita-se o encontro com o espelho simbólico do seu próprio ser.
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