ESCÂNDALO DOS RESPIRADORES: RUI COSTA É INVESTIGADO POR ENVOLVIMENTO NO ESQUEMA
Автор: 96fmnatalrn
Загружено: 2025-10-07
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O Meio Dia RN, da 96 FM Natal, destacou nesta segunda-feira (6) a reportagem da revista Veja que trouxe novidades exclusivas sobre o escândalo dos respiradores do Consórcio Nordeste.
Resumo — Escândalo dos Respiradores do Consórcio Nordeste
O caso envolve o desvio de R$ 48 milhões pagos pelo Consórcio Nordeste para a compra de 300 respiradores durante a pandemia de Covid-19 (abril de 2020).
Os equipamentos nunca foram entregues e a maior parte do dinheiro não foi recuperada.
À época, o presidente do Consórcio Nordeste era Rui Costa, então governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil.
Andamento judicial
Em 16 de setembro, o STJ enviou ao Ministério Público Federal (MPF) um extenso dossiê sobre o caso.
O material inclui 6.100 páginas de inquérito, 10 petições sigilosas e 2 delações premiadas.
O procurador-geral Paulo Gonet decidirá se arquiva o caso ou se solicita novas diligências.
Empresas e envolvidos
A empresa contratada foi a Hempcare Pharma, especializada em produtos à base de cannabis (maconha).
A proprietária, Cristiana Prestes Taddeo, e seu então marido, Luiz Henrique Jovino, firmaram acordos de delação premiada.
Segundo Cristiana, todas as ordens de compra passavam pelo crivo de Rui Costa.
Dois lobistas alegavam ter contato direto com a primeira-dama Aline Peixoto (atual conselheira do TCE-BA) e com o próprio Rui Costa (“o Doutor”).
Detalhes das irregularidades
As negociações foram feitas por WhatsApp, sem verificação da idoneidade das empresas.
Houve pagamento antecipado, sem garantias contratuais.
Comissões foram cobradas por influência política.
A Hempcare não tinha experiência prévia em importação de equipamentos hospitalares.
Se o contrato tivesse sucesso, os envolvidos esperavam lucrar até R$ 200 milhões em futuras compras.
Depoimentos e justificativas
Bruno Dauster, então secretário da Casa Civil da Bahia, era o principal interlocutor da empresária.
Segundo delações, ele teria dito a Cristiana:
“Você nunca ganhou dinheiro tão fácil. Está feliz?”
Rui Costa, em depoimento, afirmou que os pagamentos antecipados foram feitos porque “as pessoas estavam morrendo” e não havia tempo para checagens.
Ele também declarou não ter pleno domínio da língua inglesa, razão pela qual não percebeu que “Hempcare” fazia referência à maconha (“hemp”).
Costa nega envolvimento direto e alega que foi o Consórcio Nordeste quem acionou a polícia ao detectar a fraude.
Situação atual
Passados mais de cinco anos, os respiradores nunca chegaram ao Brasil.
O dinheiro público pago à Hempcare continua desaparecido em grande parte.
O caso permanece sob análise do MPF, que deve decidir os próximos passos após o relatório do STJ.
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