Os fatores psicológicos por trás dos comentários de ódio/ASMR
Автор: Livy ASMR Brasil
Загружено: 2025-12-18
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Experimentos em psicologia ajudam a entender por que algumas pessoas sentem a necessidade de humilhar, desvalorizar ou atacar os outros. Pesquisas clássicas sobre comparação social mostram que, com frequência, a autoestima aumenta temporariamente quando alguém se compara a pessoas com desempenho inferior ou que passaram por algum fracasso. Essa chamada comparação descendente não é apenas um conceito teórico, ela cumpre uma função psicológica concreta, oferecendo uma sensação momentânea de alívio, controle e estabilidade.
O problema surge quando essa sensação passa a ser usada como estratégia recorrente. Outros estudos analisaram o que acontece quando as pessoas vivenciam uma ameaça ao próprio status. Em alguns experimentos, os participantes recebiam inicialmente um feedback positivo, por exemplo, a informação de que eram mais competentes, mais inteligentes ou moralmente superiores à média. Em seguida, eram expostos a dados que colocavam essa posição em dúvida. Os resultados foram consistentes: quanto maior a sensação prévia de superioridade, mais intensos se tornavam os julgamentos e ataques dirigidos aos outros. Ou seja, a autoestima inflada não reduziu a agressividade. Pelo contrário, passou a justificá-la, como se atacar fosse uma forma legítima de preservar a própria posição.
Isso acontece porque o ser humano tende, de forma quase automática, a buscar confirmação do seu valor e do lugar que ocupa. A Teoria da Comparação Social explica bem esse processo, estamos o tempo todo nos comparando para responder, mesmo sem perceber, à pergunta “Em que lugar eu estou?”. Quando essa posição parece ameaçada, algumas pessoas não conseguem lidar diretamente com a insegurança que surge. Em vez disso, recorrem à desvalorização do outro como uma maneira rápida de recuperar uma sensação de equilíbrio psicológico.
Nesses contextos, o ataque costuma assumir a aparência de julgamento moral. A lógica implícita por trás desse comportamento costuma ser algo como, “Eu estou certo. Eu estou acima. Como alguém como você ousa se colocar no mesmo nível?” Ao expor falhas alheias, ridicularizar ou desqualificar o outro, o indivíduo sustenta uma sensação de superioridade e coerência interna. Estudos indicam que essa postura fortalece mecanismos de defesa, como a projeção, usando o outro como um espelho distorcido para manter a própria identidade e, ao mesmo tempo, evitar o confronto com as próprias falhas.
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