O Prisioneiro Que Desapareceu Dentro da Cela - Documental
Автор: Mundo Criminal BR
Загружено: 2025-11-09
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“Boa noite, Patrick. Quero deixar meu relato.”
Eu trabalhei por mais de dez anos no Complexo Penitenciário Estadual de Laranjeiras, no interior de Minas Gerais. Não era o tipo de emprego que alguém sonha em ter, mas com o tempo, a rotina de grades, ruídos metálicos e gritos abafados se tornaram parte de mim.
Até a noite em que um prisioneiro desapareceu… dentro da própria cela.
Sim, Patrick, ele sumiu. Sem fuga, sem túnel, sem buraco. Estava lá — e, num intervalo de segundos, simplesmente não estava mais.
É por isso que eu preciso contar o que vi. Porque, desde aquele dia, eu nunca mais dormi direito.
O homem em questão se chamava Paulo César Ramos. Tinha 42 anos, condenado a vinte por homicídio e sequestro. A ficha era extensa, mas nada nele chamava atenção. Magro, calado, rosto marcado por cicatrizes antigas, olhar sempre baixo. Era do tipo que não causava problemas.
Os outros detentos o chamavam de “O Sussurrante”, porque, segundo diziam, ele falava sozinho à noite.
No começo, ninguém ligava. Prisioneiros falando sozinhos não são novidade. Mas com o tempo, até os carcereiros começaram a perceber algo estranho.
Toda madrugada, por volta das 3h17, ele acordava e se aproximava da parede dos fundos da cela — sempre a mesma parede. E ficava lá, murmurando coisas que ninguém conseguia entender.
Um dos guardas, o Jorge, disse que, certa vez, escutou o nome dele sendo sussurrado. Não alto, não claramente… mas suficiente para gelar o sangue.
No dia 11 de agosto de 2018, o presídio amanheceu mais frio que o normal. O céu estava encoberto, e a energia caiu por volta das cinco da manhã.
Sem luz, as câmeras internas ficaram cegas por exatos oito minutos e quarenta e dois segundos.
Quando a energia voltou, Paulo César não estava mais na cela.
Nenhum sinal de arrombamento. Nenhum vestígio de sangue, ferramentas, roupas, nada.
O colchão estava arrumado, o prato do café ainda intocado, e a porta, trancada por dentro.
Era impossível — literalmente impossível — que alguém saísse dali.
A primeira hipótese da direção foi óbvia: falha humana.
Acusaram os agentes noturnos de descuido, adulteração de registro ou suborno.
Mas quando fomos revisar o sistema de câmeras externas, vimos algo que até hoje me arrepia só de lembrar.
Na gravação do corredor do Bloco C, exatamente às 5h03, um vulto atravessa a parede — vindo de dentro da cela 23, onde Paulo estava.
Não foi uma pessoa.
A forma era… distorcida. Como se a câmera tentasse capturar uma imagem que não pertencia àquele plano.
E segundos depois, as luzes piscaram e tudo apagou.
O delegado responsável pelo caso, Dr. Valdemar, tentou conduzir uma investigação formal. Mas o relatório sumiu.
Dois dias depois, ele sofreu um infarto fulminante dentro do próprio escritório.
O documento nunca foi encontrado, e o caso foi arquivado como “evasão inexplicável”.
Mas entre nós, os que vivíamos ali dentro, ninguém acreditava em evasão.
A gente sabia que Paulo não tinha fugido.
Ele tinha sido levado.
Повторяем попытку...
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