Reino do Norte e Reino do Sul - Aula de Teologia 36
Автор: Antonio Fonseca - ICP
Загружено: 2007-09-17
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O cativeiro de Israel aconteceu, inicialmente, porque Peca (Israel) fez acordo com Rezim (Síria) para atacar Acaz (Judá) (2Rs 15.37). Acaz, por sua vez, pede a ajuda de Tiglate-Píleser (Assíria) para defender-se de Peca, o que acabou culminando no primeiro cativeiro de Israel (2Rs 16.7). As tribos restantes em Israel tornaram-se tributária da Assíria (2Rs 16.8). O segundo cativeiro foi após dez anos, quando Oséias recorre a Sô (Egito) para se livrar do jugo assírio (2Rs 17.4). O grande exército assírio parte para Israel e, desta vez, a última esperança é suprimida. A grande massa da população foi levada para a Assíria e as cidades de Israel foram povoadas por estrangeiros, vindos das regiões Eufrates e Tigre. Alguns poucos israelitas que ficaram ali se casaram com mulheres estrangeiras, o que fez surgir o povo samaritano.
A região começou a ser atacada por leões, e a isto foi atribuído a "ira divina", por não estarem adorando ao Deus verdadeiro. Por esse motivo, foi providenciada a ida de sacerdotes para a região, a fim de ensinar-lhes a adorar o Deus Yaweh. Mas eles tanto temiam a Yaweh quanto adoravam os seus próprios deuses. Este foi o principal motivo para a "rixa" entre os judeus e os samaritanos (2Rs 17.24-40).
Cativeiro babilônico
Ocorreu especificamente no Reino do Sul (Judá). Os reis de Judá foram melhores que muitos reis em Israel, porém, alguns também foram perversos e outros, não obstante possuírem boas qualidades, cometeram faltas graves.
O estado moral, social e espiritual de Judá era melhor do que o de Israel. O rei Asa fortificou as cidades e esforçou-se contra a idolatria (2Cr 14-16). Josafá expandiu o conhecimento da Lei do Senhor por todo o reino (2Cr 17.7-9). Uzias foi um rei preocupado com a agricultura, com o comércio e com atecnologia da época, entre outras coisas (2Cr 26.1-15).
Nesse período, Egito, Moabe, Amom e Edom, inimigos externos, eram sérias ameaças a Judá. Mas as guerras se tornaram mais tensas entre os próprios irmãos (Israel X Judá).
As alianças, mesmo entre Israel e Judá, eram vistas com reservas, devido ao estado calamitoso de espiritualidade em que se encontravam. Por fazer alianças com nações estrangeiras, Judá pagou um preço muito caro. Seus tesouros foram saqueados e tiveram de pagar pesados tributos. O rei Josias morreu numa batalha contra o Faraó Neco (2Cr 35.20-24), Jeoacaz foi levado cativo para o Egito (2Cr 36.1-4), Jeoaquim pagou tributo para o Egito por quarenta anos e, com a derrota do rei egípcio em Carquêmis, tornou-se súdito de Nabucodonosor, rei babilônico da época (2Cr 36.5-7). Depois deste fato, cada vez que um rei em Judá se rebelava, o exército babilônico subia contra os judeus e saqueava a cidade, até que, por fim, o general Neburazadã destruiu a cidade, incendiou o templo e levou os vasos sagrados para a Babilônia, ficando apenas os mais pobres da população em Judá para cultivar a terra (2Cr 36.17-20).
O cativeiro babilônico durou cerca de setenta anos (Jr 25.11) e para Babilônia foram levadas apenas as pessoas mais nobres de Judá. No cativeiro, os judeus foram distinguidos pela sua religiosidade e formaram um povo à parte. Com o passar do tempo, se reuniram em comunidades com o governo religioso dos anciões. Nesse período, deixaram de ser idólatras, pois foi por esse motivo que tinham sido levados cativos. Os judeus tornaram-se representantes de Yaweh ao demonstrar aos babilônios sua crença em um Deus superior aos deuses reverenciados pelos caldeus.
Na Babilônia, a atividade literária foi intensa, cujo objetivo era preservar os antigos relatos. Há evidências de que o livro de Daniel foi escrito nessa época e local.
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