New Order - Dream Attack ***(Ultra-Alquemical Drum Cover)***
Автор: Drums Saga - Mystic, Literary & Percussive Rhythms
Загружено: 2019-03-05
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Below the text in portuguese, fixed at the top of the comment section, you can read him translated into english.
... Já pecava por tardio, o fato de, só agora, trazer a "Nova Ordem" a este "sagrado espaço"...
Remanescentes da promissora "Joy Division", estes músicos de Manchester terão, necessariamente, de ser inseridos numa "galeria distinta e inovadora" do cenário e da história musical...
Fundindo pop, rock, eletrônico, alternativo e new wave, o seu projeto criativo foi uma autêntica revolução transformadora...
Prova disso é a obra feita, plena de grandes composições - uma autêntica "viagem lisérgica, sem recurso a qualquer entorpecente, alucinógeno ou toxicidade"...
Ainda que indeciso, durante um certo período, quanto à música a ser prestigiada, logo que "tomei contato" com o "surto onírico" não hesitei - sem apelo nem agravo, um literal "soco rítmico e lírico no espírito"...
Elencada no LP "Technique", de 1989, a composição introduz-nos numa "introspeção que navega, em fina áurea melancólica, entre a sobriedade (apolínea) e a euforia (dionisíaca)" - uma das "contradições estruturantes" (a par da noção e consciência da finitude - ser para a morte), da nossa existência...
Antes de me expandir nas minhas "vãs filosofias", faculto um "glossário sinóptico" de duas palavras chaves (já utilizadas no trabalho e texto anterior) para o entendimento e alcance do que se segue: "Apolo/Apolíneo" é o referente de razão, sensatez, reflexão; "Dioniso/Dionisíaco" é o referente de emoção, paixão, vontade e instinto... O primeiro é a "contenção, a prudência e o recalque" em si mesmo; O segundo, o enlevo sem freio, o caos, o inesperado e o inefável"...
Eis-nos, então, perante a "origem trágica da nossa condição"... Como se não bastasse o fato, ao que se sabe, de sermos os únicos entes cônsios de que "vivemos a prazo", encerramos uma "imanência contraditória" - a nossa psique, o nosso caráter, a nossa conduta, o nosso comportamento e as nossas ações derivam do contraponto incessante, de duas forças antagônicas: razão versus emoção.
As mais antigas escrituras mitológicas, religiosas e antropológicas já as mencionavam nas suas incontáveis narrativas. A paradigmática estória de Adão e Eva, demonstra que os "impulsos incautos desta ditaram a dupla expulsão do limbo paradisíaco". As bases e fundamentos da religião católica assentam nesta perspectiva, onde a culpa/pecado (passionais e impulsivas) versus virtude/remissão (circunspecção e tino) são "as palavras de ordem"...
Assim, no nosso âmago, "bule", então, uma contradição que reflete, transversalmente, em toda a "negociação" com o mundo relacional, social e ambiental...
A cultura, a moral e os costumes apolíneos decretam que deveremos ser monogâmicos - mas as "pulsões dionisíacas transgridem" e mostram-nos que tal é uma "tendência e não uma condição"...
O determinismo natural, à nascença, segmenta-nos em homens e mulheres, mas o "antagonismo endógeno", faz com que uns se sintam como sendo do sexo oposto e as "naturezas convexas e côncavas" se sintam atraídas por seus pares...
Apolo instrui-nos a viver em harmonia com o meio social e ambiental (este que, nada mais nada menos, promove a nossa sobrevivência e subsistência, e nos oferta todas as riquezas); Dioniso, por seu turno, traz a "entropia" e, com ela, "as estruturas cedem", surgem os excessos, os extravasos, os conflitos, em micro ou macro escala, e a destruição da natureza não cessa de aumentar...
A ironia e o paradoxo desta "dicotômica ontologia" é que "Apolo não é um poço de predicados e virtudes" e Dioniso "condição sine qua non de distorção e deslustre"...
Se fossemos, somente, seres racionais, não existiria expressão e criação artística de qualquer espécie, por exemplo. Se a nossa constituição fosse, totalmente, governada pela vontade e pelo instinto não existiria sociedade, regras e ordenamento...
Na composição ora prestigiada, o protagonista vivencia "este contraste e incongruência agonizante" - manifesta-se livre e independente, mas num aflitivo e insolúvel conflito de não conseguir passar sem aquela determinada pessoa...
Um derradeiro parágrafo para laurear os dois esteios desta Banda - Peter Hook, brilhante e virtuoso baixista e Stephen Morris, baterista, por se constituir como um genuíno "mecanismo coordenativo de absoluta precisão", possibilitando-lhe tocar desta forma "extenuante, metronômica e sintetizadora"...
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