Espiritualizando Music - Não Sou Dessa Época
Автор: Espiritualizando Music
Загружено: 2026-01-27
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Описание:
NÃO SOU DESSA ÉPOCA
Verso 1
Nasci com saudade de um céu que não lembro,
como quem cai na Terra já sentindo o exílio.
Nunca coube em relógio, contrato ou endereço,
meu pulso sempre bateu fora do eixo.
Enquanto o mundo vendia nomes e números,
eu lia silêncio nos vãos do escuro.
Tive visões que não cabiam na escola,
mapas líquidos pingando da auréola.
Não sou daqui, mas também não sou fuga,
sou retorno cifrado na dobra da dúvida.
O corpo pesa, mas a alma não cede,
trago constelações escritas na pele.
Carrego eras que não cabem na fala,
minha memória antecede a própria escala.
Sou ruído sagrado na linha do tempo,
eco de estrelas preso em corpo lento.
Refrão
Visto túnicas de tinta em tons que o tempo não traduz,
minhas lágrimas desenham constelações de luz.
Transmutei a dúvida em código que vibra,
clave de sol invertida riscando a ferida.
Não sou dessa época, nem dessa métrica fria,
sou estrela em estado líquido chorando poesia.
O céu me chama pelo nome que escondi,
filho do invisível lembrando quem fui.
Verso 2
Me pediram pressa, currículo e vitrine,
mas meu espírito fala em outro regime.
Não negocio silêncio por aplauso vazio,
nem troco eternidade por ouro tardio.
O sistema me mede em caixas estreitas,
mas minha essência dissolve as paredes feitas.
Cada queda virou tinta no pano do ser,
cada dor, um símbolo pronto pra acender.
Não sou CPF andando em linha reta,
sou fractal consciente rompendo a seta.
Enquanto o mundo esquece de respirar,
eu escuto estrelas tentando falar.
Minha fé não cabe em dogma ou cartilha,
ela pulsa viva na própria partilha.
Sou tradução errada do idioma humano,
pensando em espiral num mundo plano.
Refrão
Visto túnicas de tinta em tons que o tempo não traduz,
minhas lágrimas desenham constelações de luz.
Transmutei a dúvida em código que vibra,
clave de sol invertida riscando a ferida.
Não sou dessa época, nem dessa métrica fria,
sou estrela em estado líquido chorando poesia.
O céu me chama pelo nome que escondi,
filho do invisível lembrando quem fui.
Verso 3
Tem dias que o corpo acorda antes da alma,
como se o mundo gritasse e o cosmos pedisse calma.
Sinto falta de casa sem saber o caminho,
como quem carrega galáxias no próprio espinho.
Não acredito no fim como ponto final,
toda morte é vírgula no texto astral.
O tempo não manda em quem vibra desperto,
sou erro sagrado num plano incerto.
Se me chamam estranho, eu assumo o sinal,
nem toda verdade cabe no normal.
Sou resposta viva que não foi pedida,
sou memória antiga vestida de vida.
Se esse mundo falha em me reconhecer,
é porque minha origem não nasceu pra caber.
Sou vestígio de um ontem que ainda virá,
passado e futuro tentando conversar.
Refrão
Visto túnicas de tinta em tons que o tempo não traduz,
minhas lágrimas desenham constelações de luz.
Transmutei a dúvida em código que vibra,
clave de sol invertida riscando a ferida.
Não sou dessa época, nem dessa métrica fria,
sou estrela em estado líquido chorando poesia.
O céu me chama pelo nome que escondi,
filho do invisível lembrando quem fui.
(Rap)
Escuta —
Isso não é metáfora solta, é decodificação,
cada rima é chave girando na percepção.
Se tu sente que não cabe nesse mundo de plástico,
é porque tua alma opera em espectro mais elástico.
Não somos descartáveis, nem falha do sistema,
somos linhas antigas reescrevendo o esquema.
Enquanto eles contam lucro, like e posição,
eu conto pulsações na própria constelação.
O despertar não vem com luz de palco,
vem com silêncio rasgando o asfalto.
Vem quando a dor deixa de ser castigo
e vira tinta sagrada no abrigo.
Cada lágrima que cai não é fraqueza,
é estrela líquida lembrando a origem acesa.
O corpo treme porque a memória volta,
a alma recorda e a mentira solta.
Não sou dessa época — e isso é sinal,
meu relógio gira em espiral astral.
Sou verbo antes da forma existir,
sou pergunta viva aprendendo a florir.
Minha voz não pede permissão pra vibrar,
ela atravessa o véu pra se lembrar.
Sou código desperto no caos da cidade,
frequência antiga em nova realidade.
Não sigo manuais escritos pelo medo,
meu mapa foi traçado no próprio segredo.
Entre queda e ascensão eu aprendi a ler
o que o mundo cala e a alma quer dizer.
Se tu sente o chamado, não tenta calar,
nem todo som nasceu pra agradar.
Alguns vieram pra romper o véu
e lembrar a Terra que ainda existe céu.
Refrão (Final)
Visto túnicas de tinta em tons que o tempo não traduz,
minhas lágrimas desenham constelações de luz.
Transmutei a dúvida em código que vibra,
clave de sol invertida riscando a ferida.
Não sou dessa época, nem dessa métrica fria,
sou estrela em estado líquido chorando poesia.
O céu me chama pelo nome que escondi,
filho do invisível lembrando quem fui.
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