Fizz-Juventude encarcerada (2009)
Автор: GTherapyShock
Загружено: 2017-10-08
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Описание:
País: Portugal (Lisboa - Miratejo) – imigrado em Inglaterra;
Artista: Fizz
Tema: “Juventude encarcerada"
Álbum: Caderno Diário (2009)
Vozes adicionais: Acme (no refrão) + Kromo di Guetto
Produzido por: Fizz
Mistura: Passone
Ano: 2009
Letra
“Discurso na primeira pessoa (Acme):
Sempre fui bueda bem-educado…inteligente…respeito acima de tudo. Mas houve certas cenas na life que não…coincidiram com a vida durante algum tempo. Tive que mudar tudo. Foram cinco anos…cinco anos fechado. E tu, o que é que vais fazer?
Estrofe:
Calendários entre as linhas da minha escrita,
A mente é sólida com pensamentos próprios de qualquer cancro evita…
O que dou valor eu estimo, ao lado daquele que não me deixa é meu primo,
Meus feelings tu visualizas nas escrituras que eu te alinho,
Quatro estações correm, amizades no meio morrem,
Gatos sussurram aquilo que ouvem das ruas, que as águas correm.
Ao meu relento, invento, me sento e analiso,
Abro o meu jejum com o sangue derramado.
Fumo o night como o mais velho fuma o cachimbo com classe,
Fingidos sou real, reais eu sou real man, esse é o único disfarce.
O meu pai envelhece, não quero que o tempo passe,
Eu disse que ia com ele no dia que ele baicasse.
Dinheiro a religião, ideias matemáticas,
Vamos de alunos a experientes à pala das nossas práticas,
Atingindo e superando erros irreversíveis,
(Deus escreve certo por linhas tortas, somos ilegíveis).
Sintonizados em poucos estudos, pouca cultura,
Concentrados em tentações, no coração man, muita bravura,
O músculo já te enche a alça, o rabo já te enche a calça,
Vivem adrenalinas, todos dançando a mesma valsa,
Dos pelitos, dos ténis, das joias ao peito dos botes,
Do pó branco, da pastilha e na sobrancelha ‘tão os cortes,
Mentes poluídas, constrangidas com futuros incertos,
Não é por termos linguagem simples que somos analfabetos,
Não é por sermos revoltados que estamos sempre incorretos,
Criaremos os nossos fetos,
Mas népia, não vivemos pa’ ver os nossos netos.
O correio nem sempre chega às nossas portas,
Sem alegrias pa’ contar anedotas,
Ficar da matina, comer no café, voltar à ruela pa’ fazer o bloco de notas,
À noite escrever a vida no bloco de notas,
É triste, mas claro que tu não notas,
O mesmo bloco de notas, não vai po’ seguro,
Vai pas' montras, pas' calças e pas' botas,
É que nem sequer vai pas' compras de casa, pa’ estancar o sofrimento dos nosso cotas,
Morrem connosco quando somos levados por acidentes de carros e motas,
Queres mudança, não sei por que é votas,
Se ainda vais ser perseguido por PJ’s,
Ainda vais ser julgado pelos bestas e ignorantes, pela autoridade, pelos janotas,
Não fazes nada por ti, porque não te importas,
Achas-te homem suficiente porque em roupa te suportas?!
Atropelando semáforos…
Desfilando os novos Air Max, pente espetado nos afros,
Divididos em estereótipos e faixas etárias,
Peso da lei nas costas, se contentam com as precárias,
Vivendo vidas sedentárias,
Vêm de turbulentas áreas,
Olhos de sangue metidos em gangues ou anti judiciárias,
Sonhos destruídos por ignorantes atrás de secretárias,
Vícios os contagiam como malárias.
A lei sabe do que são capazes, então do que são lhes proíbe,
Boys in blue do século XXII têm mentalidade dos agentes da PIDE
Suas mães com depressões e recaídas,
Lhes identifica de parasitas, que desfilam de Nikes e Adidas,
Memórias de escola ficam nas paredes, janelas escritas com corretores,
Lutas lá no portão, insultos aos setores,
Prepara a tua mente, viva e sã…
E lembra-te que hoje é o teu primeiro dia do teu amanhã.
Diálogo (Fizz & Kromo di Guetto):
F: Como é que é boy? Tás fixe, man?
K: Foda-se boy, ganda brioles aqui na rua… um gajo sem bules, sem nada, foda-se…o que é que um gajo está a apanhar aqui na rua…
F: Então como é que é?!
K: Mékie o caralho…um gajo ou faz merda aqui na Tuga, mas um gajo lá não quer fazer merda. Eu quero de lá mas é bazar, olha-me esta chuva…foda-se…
F: Tshhh, mesmo a sério…um gajo depois fala então.
K: Ya my nigga, ‘tamos juntos.
Refrão (2x)
Escutem meus anos,
Meu bro…passaram dias e passam anos,
Ainda na mesma vida nós cá ficamos,
Farto das influências e dos enganos…
Olha pa’ tua vida, sempre a mesma rotina, mesma batida,
Não sejas mais uma mente poluída,
Não ‘tás bem no país, então emigra…
Não te quero ouvir com a história boy: “tu não tens saída”,
Por mais desculpas mano, tu sabes que ninguém te liga,
Tu não fazes por ti, agora a tua dama engravida,
Nossa infância já era…
Tu ‘tás encarcerado dentro da tua mente,
Consegues ser mais poderoso boy, do que toda a gente,
Se todos são iguais, então tenta ser diferente,
Tempo por ti não espera.”
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