Teologia de Cura e Libertação: a Renovação Carismática Católica: uma corrente de graça.
Автор: Hugo A. Matos
Загружено: 2026-02-12
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O vídeo narra a trajetória da Renovação Carismática Católica (RCC), desde seu surgimento acidental até se tornar uma estratégia institucional da Igreja.
Aqui estão os pontos principais abordados no vídeo:
1. Origem Explosiva e Expansão O vídeo define a RCC não apenas como um movimento, mas como uma "corrente de graça" ou uma energia destinada a chacoalhar a Igreja por meio de uma experiência direta com o Espírito Santo.
• O Início: Tudo começou em 1967, num retiro na Universidade de Duquesne (EUA), descrito pelos participantes como um "novo Pentecostes" e uma experiência intensa comparável à dos primeiros apóstolos.
• Crescimento Viral: A expansão foi veloz, chegando ao Brasil apenas dois anos após o início e tornando-se um fenômeno global em cinco anos.
2. A Teologia Central: Cura e Libertação Para entender a força do movimento, o vídeo destaca a Teologia da Cura e Libertação, que vê a salvação agindo no "agora" e restaurando o ser humano por completo. Ela se divide em três pilares:
• Cura Física: Busca pela intervenção direta de Deus nas doenças.
• Cura Interior: Funciona como uma terapia para a alma, tratando traumas e feridas emocionais.
• Libertação: Uma batalha espiritual para livrar a pessoa de influências malignas e do ciclo do pecado.
3. O Contexto Brasileiro No Brasil, a RCC ganhou uma cara própria, centrada no Grupo de Oração.
• Práticas: O foco é no louvor vibrante, testemunhos e busca por dons do espírito (como falar em línguas).
• Batismo no Espírito Santo: É a experiência central, descrita não como um novo sacramento, mas como um "despertar" consciente da graça do batismo recebido na infância.
• Dimensão: O movimento alcançou mais de 8 milhões de participantes no país.
4. Tensões e Críticas O vídeo aponta que o crescimento gerou atritos, especialmente em comparação com a Teologia da Libertação (que focava no social), enquanto a RCC focava na conversão pessoal. As principais críticas incluíam:
• Emocionalismo: Fé baseada apenas em sentimentos.
• Autonomia: Medo de que os grupos virassem "igrejinhas" fora do controle dos bispos.
• Protestantização: Semelhança com cultos pentecostais.
• Alienismo: Acusação de fugir dos problemas sociais reais.
5. A Virada Estratégica da Igreja Inicialmente vista com desconfiança pelos bispos brasileiros, a RCC foi posteriormente abraçada pela hierarquia romana.
• Legitimação: Os Papas Paulo VI e, principalmente, João Paulo II viram no fervor carismático uma ferramenta para a "Nova Evangelização".
• Barreira de Contenção: O vídeo conclui com uma análise estratégica: a Igreja adotou a RCC como uma forma de frear a perda de fiéis para as igrejas pentecostais na América Latina, oferecendo uma experiência similar, mas dentro do catolicismo.
Conclusão do Vídeo A narração encerra afirmando que a RCC é uma mistura complexa: é tanto um sopro de renovação espiritual genuína quanto uma ferramenta estratégica de sobrevivência institucional da Igreja Católica
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