As Lavadeiras - Abatedouro (Webclipe Oficial)
Автор: As Lavadeiras
Загружено: 2016-12-30
Просмотров: 8192
Описание:
Letra: Karen Dias
Música: Juá de Casa Forte e Sarah Key
Concepção: Nandes Castro
Direção de fotografia: João Grilo (27 Filmes)
Edição: Fernando Santana
Atuação: Sarah Key (boi), Joshua Pereira, Richard da Costa, Edson Pereira, Jonatan de Souza, Nauã de Moura, Caique de Moura, Pedro Calvo, Jhonatan Calvo, Rodrigo Júnior, Willian Martins, Vinicius da Cruz, Jefferson Moreira (Mister Jeff), Ramon Moreira (Mond).
Agradecimentos: Valdomiro e Gabriel Carnevale.
Letra
Lá vem meu boi novilho forte
Agonizando sua dor sem sua toada
O preço de sua língua aumentou
E a milícia pra matar se levantou (2X)
Não tinha nem meia idade no corpo da sociedade
E o conceito de coragem distorceram na maternidade
Sonhos que depois se perderam nos destroços
Sorriso em meio aos ossos
Fechamos mais um negócio!
Sem chance pra pegar impulso pra entrar no trem
Sem espaço, sem acesso
E você é mesmo quem?
Não se vê representado no rádio ou na TV
Que figura mesmo é que o moço disse que é pra eu ser?
Chances que vão por ordens que mofam na mesa de um escrivão
Confiar é decisão, se "cê" corre ou sai do chão
Se esperar a hora de ir pra guerra é quase que dizer não
Pra luta diária que é viver
Ganhar espaço porque nesse canto mau dá pra se mover
Asfalto gasto, mirando alto munição prepara
Mães que ouvem seus filhos partindo do sofá da sala
Sem a chance de enxergar da lente desembaçar
Dando passos pequenos na esperança do filho alcançar
Limpeza social, fenômeno gradual, vidas sendo disfarçadas em forma de acordo contratual
Assentando o dedo, espalhando o medo
Indo dormir cedo sem viver, deixando essa cena sem querer
Jurou na posse que ia cuidar dessa gente
Como um grito eloquente o dinheiro foi bem mais que apetente
E se esqueceu da essênci da profissão, nas mãos tinha a salvação cumpriu no impresso da abolição
Na caderneta anota o nome dos menó
Esperando fazer alvo quer tomar seu sangue seu suor
Cheirando as vielas que nem bicho caçador
Baforando inseticida na cara do opressor
As vozes que clamam ainda dá pra escutar
Meu medo é quando até meu choro der pra se calar
Se tamo aqui é porque ainda não incomoda
Se estourar o som da caixa, sei que fecha o ciclo dessa roda
A mesma voz de ordem do gatilho no asfalto
É a voz que liga a serra e corta as raízes do mato
Voz da obsessão que chora a vida por dinheiro
Cala e consente a morte prematura do vileiro
E vem fazer a gente pôr-se à acreditar
Que o responsável é da vila e usa bombeta
Dá a letra e mostra a cara do vilão verdadeiro
Muito fácil pedir truco e jogar nas costas do pedreiro
Corre meu boi, se esconde no terreiro
Tem vaqueiro de farda querendo abrir mais um berreiro
Carniceiro atrás de tu travestido de justiceiro
Quer vender tua carne no Datena, vulgo açougueiro!
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