DHAMMAPADA AO SOM DA FLORESTA
Автор: Caminho do Dharma
Загружено: 2023-12-11
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Coleção gratuita com os 423 versos do Dhammapada. Uma oferta de Dhamma, gravado no período de 10/07/2023 a 29/11/2023 por Almeida Junior. Traduzido do pāli para o inglês por Acharya Buddharakkhita e tradução portuguesa de Bhikkhu Dhammiko.
0:00;00 Os Pares
0:04:34 A Diligência
0:06:56 A Mente
0:09:26 As Flores
0:13:24 O Louco
0:17:03 O Sábio
0:20:30 O Arahant ou Aperfeiçoado
0:23:10 Os Milhares
0:26:26 O Mal
0:29:23 A Violência
0:33:34 A Velhice
0:36:13 O Eu
0:38:40 O Mundo
0:41:14 O Buddha
0:49:19 A Felicidade
0:48:07 O Afeto
0:50:49 A Raiva
0:53:52 A Impureza
0:58:48 O Justo
1:02:17 O Caminho
1:06:15 Vários
1:09:51 O Estado de Aflição
1:13:17 O Elefante
1:16:45 O Anseio
1:23:57 O Monge
1:29:33 O Homem Santo
Notas
a) Mara: a tentação no Budismo, representada nas escrituras como uma deidade de má índole que tenta desviar as pessoas do caminho da libertação. Os comentários apresentam Mara como o deus das forças malignas, como obstrutor mental e como morte.
b) As impurezas (asubha): assuntos de meditação que se focam na inerente repugnância do corpo, recomendados, especialmente, como poderosos antídotos da luxúria.
c) Os Imortais (amata): assim chamados porque os que atin gem a imortalidade ficam livres do ciclo do renascimento e da morte.
d) Os Nobres (ariya): os que alcançaram qualquer dos quatro estádios da realização supramundana o que conduz irreversivelmente ao Nibbāna.
e) Indra: o governador, rei dos deuses na antiga mitologia indiana.
f) Arahat: diz-se que o Arahat existe para lá do mérito e do demérito, porque como abandonou todos os obstáculos, já não poderá agir negativamente; e como já não tem mais apegos, suas virtuosas acções não produzirão mais kamma (karma).
g) O que se esforça no caminho (sekha): aquele que alcançou qualquer dos primeiros três estádios da realização supramundana: o que entrou na corrente, o que regressa uma vez, e o que não regressa.
h) O sábio na aldeia é o monge budista que recebe a comida na sua malga, aceitando o que lhe for oferecido.
i) Tagara: um pó perfumado obtido de um tipo especial de arbusto.
j) Este verso descreve o Arahat, apresentado mais profunda mente no capítulo seguinte. Os “cancros” (āsava) são os quatro obstáculos base: o desejo sensual, desejo por continuidade da existência, visão errada e ignorância.
k) Em pāli este verso traduzido literalmente, lê-se: “O homem que não tem fé, ingrato, ladrão, que destrói as oportunida des e come vómito – é verdadeiramente o mais excelente dos
homens”.
l) Brahma: uma elevada divindade da antiga religião indiana.
m) De acordo com o comentário, estes versos são a «Canção de Vitória» do Buddha, na sua primeira enunciação depois da Ilu minação. Acasa é existência individualizada no saṃsāra, o cons trutor o desejo, as vigas as paixões, a cumeeira a ignorância.
n) darem frutos.
o) A entrada na corrente (sotapatti): o primeiro estádio da realização supramundana.
p) A Ordem: tanto a Ordem monástica (Sangha dos Bhikkhus) como a Ordem dos Nobres (Sangha dos Ariyas), o que já alcançaram os quatro estádios supramundanos.
q) Agregados (de existência) (Khanda): os cinco grupos de factores nos quais o Buddha analisa o ser humano – forma material, sentimento, percepção, formações mentais (pensamentos) e consciência.
r) Para além da corrente: o que já não regressa (anagami.)
s) O renunciante (samana): aqui usado no sentido especial
dos que alcançaram os estádios supramundanos.
t) O significado deste ditame é: “Abate a floresta da luxúria, mas não mortifiques o corpo”.
u) As trinta e três correntes do desejo: os três desejos – por prazer sensual, pela continuidade da existência, e pela anulação – em relação a cada uma das doze bases – o seis órgãos dos sentidos, incluindo a mente e seus correspondentes objectos.
v) Esta foi a resposta do Buddha a um asceta que lhe pergun tava sobre o seu professor. A resposta do Buddha demonstra que a Iluminação Suprema era realização sua.
w) Os cinco para cortar são os cinco grilhões inferiores: auto ilusão, dúvida, acreditar em ritos e rituais, luxúria e má von tade. Os cinco para abandonar são os grilhões superiores: desejo por reinos divinos com forma, desejo por reinos sem forma, preconceito, desassossego, e ignorância. Os cinco para cultivar são as cinco faculdades espirituais: fé, energia, plena atenção, concentração, e sabedoria. As cinco ligações são: ganância, ódio, ilusão, visão errada e prejuízo. Os Que Entram na Corrente e os Que Só Voltam Mais Uma Vez eliminam os primeiros três grilhões, os Que Não Voltam os dois seguintes, e os Arahats os
últimos cinco.
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