CARL MARIA von WEBER l DER FREISCHÜTZ l (1821)
Автор: Lusofolias
Загружено: 2025-06-16
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CARL MARIA VON WEBER l «O FRANCO -ATIRADOR» (J277)
[Agathe] – Karita Mattila
[Ännchen] – Eva Lind
[Max] – Francisco Araiza
[Ottokar] – Siegfried Lorenz
[Kaspar] – Ekkehard Wlaschiha
[Kuno] – Thomas Thomaschke
Staatskapelle Dresden • Sir Colin Davis
Rundfunkchor Leipzig
Libretto By [Poem By] – Johann Friedrich Kind
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Overture: (00:00:00 - 00:10:45)
(I). Act 1: "Victoria! Der Meister soll leben"
(II). Act 1: "Schau der Herr mich an als König!"
(III). Act 1: Dialogue: "Lasst mich zufrieden"
(IV). Act 1: "Oh diese Sonne"
(V). Act 1: Dialogue: "Max, wir wollen gute Freunde bleiben!"
(VI). Act 1: Walzer
(VII). Act 1: "Nein, länger trag' ich nicht die Quälen" - "Durch die Wälder, durch die Auen"
(VIII). Act 1: Dialogue: "Da bist du ja noch, Kamerad"
(IX). Act 1: "Hier im ird'schen Jammertal"
(X). Act 1: Dialogue: "Agathe hat recht"
(XI). Act 1: "Schweig - damit dich niemand warnt!"
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(XII). Act 2: "Schelm! Halt fest!"
(XIII). Act 2: Dialogue: "So, nun wird der Urvater"
(XIV). Act 2: "Kommt ein schlanker Bursch gegangen"
(XV). Act 2: Dialogue: "Und der Bursch nicht minder schön"
(XVI). Act 2: "Wie nahte mir der Schlummer" - "Leise, leise, fromme Weise!"
(XVII). Act 2: Dialogue: "Agathe! Agathe!"
(XVIII). Act 2: "Wie? Was? Entsetzen!"
(XIX). Act 2: "Milch des Mondes fiel aufs Kraut!"
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(XX). Act 3: Entr'acte
(XXI). Act 3: Dialogue: "Ein herrliches Jagdwetter!"
(XXII). Act 3: "Und ob die Wolke sie verhülle"
(XXIII). Act 3: Dialogue: "Agathe, du bist ja so wehmütig"
(XXIV). Act 3: “Einst träumte meiner sel'gen Base" - "Trübe Augen, Liebchen, taugen"
(XXV). Act 3: Dialogue: "Nun muß ich aber geschwind den Jungfern-kranz holen" - "Wir winden dir den Jungferndranz"
(XXVI). Act 3: Dialogue: "Schöner grüner Jungfernkranz"
(XXVII). Act 3: "Was gleicht wohl auf Erden dem Jägervergnügen?"
(XXVIII). Act 3: Dialogue: "Genug der Freuden des Mahls"
(XXIX). Act 3: "Schaut, o schaut! Er traf die eigne Braut!"
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I Acto
Em frente a uma estalagem na floresta, Max, um dos couteiros do príncipe da Boémia, assiste com a morte na alma ao triunfo de Kilian, seu adversário num amigável concurso de tiro. Suporta a troça dos aldeãos, o que origina uma zaragata. Kuno, o chefe dos couteiros, recorda-lhe que se quiser casar com a sua filha Agathe, por quem Max está apaixonado, e obter a sua sucessão à frente dos guardas florestais, deve ganhar o concurso de tiro que terá lugar no dia seguinte e que conta com a presença do príncipe, tal como manda a tradição. Um colega de Max, Kaspar, que se tinha vendido ao demónio Samiel, aconselha o seu camarada a juntar-se-lhe à meia noite no Covil do Lobo para fundir as balas francas, balas mágicas que não falham o alvo.
II Acto
Ännchen esforça-se por distrair a sua prima Agathe, inquieta desde que um velho eremita a prevenira de um perigo grave que numa visão lhe revelara. Ficando só por um momento, Agathe canta um doce hino à Natureza e à noite. Max passa como uma rajada, muito nervoso. Ele diz que deve ir recuperar um despojo de veado perto do Covil do Lobo. À evocação desse maldito lugar, Agathe e Ännchen ficam apavoradas.
O Covil do Lobo consiste numa paisagem terrifica no meio da floresta, uma garganta profunda cercada de altas montanhas, povoada pelos pássaros da noite e por espíritos invisíveis. Kaspar é o primeiro a chegar. Prepara os seus acessórios e invoca Samiel o Caçador Negro, prometendo-lhe a alma de Max em troca da libertação da sua. Max chega por sua vez. Assiste à fundição de sete balas no meio de aparições medonhas.
III Acto
O dia nasceu. Kaspar e Max encontram-se na floresta. Resta uma bala a cada um, pois já dispararam as outras. Kaspar apressa-se a disparar a sua: só ele sabe que a ultima bala é a do diabo. Por seu lado Agathe prepara-se para os seus esponsais. Já inquieta com os sues sonhos assustadores da última noite, abre a caixa que contem o diadema de noiva e descobre lá dentro uma coroa mortuária.
Num belo vale romântico, o príncipe Otakkar vai presidir às provas de tiro. Tranquiliza Max e designa-lhe como alvo uma pomba branca. No momento em que dispara, Agathe sai da moita e desfalece. Samiel tinha desviado a bala para ela. Contudo ela só está desmaiada: o Eremita protegera-a… e Kaspar, que se tinha escondido lá, é mortalmente ferido. Samiel apodera-se da sua alma. Instado a explicar todas estas maravilhas, Max jura que utilizou uma bala de pólvora seca. É condenado ao exílio, mas o Eremita consegue o seu perdão. O príncipe aceita que ele case com Agathe no final de um ano probatório.
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