Infiltrados na Direita? Boicote ao Nikolas Ferreira é sinal que ...
Автор: Bradock Show
Загружено: 2026-02-14
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Neste corte do TudoConsta, Rodrigo Constantino entra em um tema que ele sabe que divide a audiência: a briga interna na direita. Ele critica a atuação de influenciadores e grupos que, segundo ele, se apresentam como “os verdadeiros” representantes do campo conservador, mas acabam funcionando como máquina de intriga, boicote e desunião, justamente quando a direita precisaria ampliar alianças e foco para 2026.
Constantino diz que não pretende “debater economia” com esse grupo, porque considera a base teórica fraca e mais próxima de um nacionalismo anti-mercado. O ponto, para ele, não é discussão de ideias em alto nível, e sim o efeito político dessas pessoas nas redes: atacar nomes da própria direita, deslegitimar aliados e criar uma narrativa de traição permanente. Ele cita que viu alguns políticos e comentaristas entrando em conflito com essa turma e observa que outros preferem não reagir diretamente, evitando citar nomes.
A crítica ganha um alvo claro quando Constantino fala da chancela de figuras do bolsonarismo, especialmente Eduardo Bolsonaro, para influenciadores que, na visão dele, trabalham para incendiar o campo. Ele diz que isso é grave porque esse tipo de apoio amplia o alcance de quem “demoniza” aliados estratégicos e ainda sabota qualquer tentativa real de união. Ao mesmo tempo, ele faz um contraponto: elogia o tom de Flávio Bolsonaro em entrevistas recentes, afirmando que Flávio tem adotado uma linha mais agregadora, elogiando o Partido Novo e reconhecendo nomes como Nikolas Ferreira, o que, para ele, é o caminho correto.
Em seguida, Constantino usa uma reportagem citada no episódio para sustentar a suspeita de “infiltração” ou, no mínimo, de relações estranhas nos bastidores. Ele menciona a proximidade entre Arthur Machado e um indicado de Lula para a CVM, e diz que isso deveria acender alerta em qualquer pessoa atenta à política e ao mercado. A partir daí, ele relata que, ao comentar essa relação, passou a ser atacado com acusações envolvendo seu irmão e a XP, algo que ele trata como tentativa de desviar o assunto principal. Constantino afirma ter orgulho da trajetória profissional do irmão e insiste que isso não responde à pergunta central: por que esse grupo se associa a pessoas ligadas a indicados do governo?
O corte também aborda a contradição entre o discurso de união e a prática. Constantino diz que não faz sentido Flávio e Eduardo darem espaço a entrevistas e repostagens de quem, ao mesmo tempo, promove boicote, alimenta teorias conspiratórias e ataca figuras importantes da direita, além de mirar veículos que ele considera independentes. Ele descreve esse comportamento como “cavalo de Troia”, um movimento que desgasta por dentro e faz líderes e influenciadores pensarem em “jogar a toalha” pelo nível de toxicidade.
Na parte final, Constantino exemplifica com um tema que ele considera básico dentro do campo liberal-conservador: privatização da Petrobras. Ele diz que publicou uma defesa direta da privatização e recebeu resposta chamando-o de “entreguista”, termo que ele associa a um vocabulário antigo de esquerda e estatismo. A tese dele é que quem confunde “setor estratégico” com “controle estatal” repete a lógica que fortalece o capitalismo de compadrio no Brasil, onde estatais viram instrumento político.
O episódio fecha com Constantino chamando atenção para o padrão que ele considera mais revelador: a coragem seletiva. Ele afirma que esse grupo ataca sem medo gente da direita, mas evita citar nomes que realmente concentram poder no sistema. E termina apontando o risco político do boicote a manifestações e pautas que, na visão dele, deveriam unir a direita e qualquer cidadão insatisfeito com corrupção e abusos.
Se inscreva no canal e comente: na sua visão, essa guerra interna é só disputa de ego ou tem gente trabalhando para dividir a direita por dentro?
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