DEPOIS DO ÚLTIMO TIRO - MEGAMAN 7 Wily Stage 4 (FANFIC) - RAP
Автор: Nostalgames_XP
Загружено: 2025-12-31
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🎮🔫 Depois do Último Tiro 🤖🔥🎮
“Depois do Último Tiro” is a rap reinterpretation inspired by the Wily Stage 4 theme from Mega Man 7 (SNES), reimagined as a dark, introspective hip-hop track at 90 BPM, merging classic video game tension with the weight of moral collapse.
This version transforms the relentless, mechanical pressure of Wily’s final fortress into a fanfic narrative where victory is not an ending, but a fracture. After defeating Dr. Wily, Mega Man crosses the line of the Three Laws of Robotics — not out of cruelty, but exhaustion, manipulation, and accumulated trauma. In doing so, he begins his transformation into Vile.
Here, the stage music becomes a mental corridor:
each room a memory,
each alarm a command,
each shot a step closer to losing himself.
The rap frames Mega Man not as a flawless hero, but as a weapon shaped by war — applauded by the world, hollow on the inside. The lyrics explore coercion, loss of agency, and the terrifying moment when justice turns into routine violence. The final shot doesn’t bring peace — it brings silence, cold, and the realization that evil didn’t end… it migrated.
Here, the enemy isn’t Wily’s machines —
it’s the code written inside the hero.
🎼 Original Music
Wily Stage 4 – Mega Man 7 (SNES)
Original Composer: Toshihiko Horiyama & Makoto Tomozawa
Developer: Capcom
Year: 1995
🎤 Cover Version
Rap vocal reinterpretation with original Portuguese lyrics, blending classic SNES game music intensity with Brazilian rap influences, heavy atmosphere, minimalist beat, sharp cadence, and a narrative-driven flow focused on psychological tension and moral ambiguity.
📜 Letra – Depois do Último Tiro
[INTRO — falado]
No fim… ninguém volta inteiro.
O metal entra na mente… e fica.
[VERSO 1]
Entrei no coração da fortaleza, luz vermelha, ar pesado
Passo firme, mão gelada, pensamento acelerado
O mundo lá fora aplaude, mas não vê o bastidor
Eu não sou santo de vitrine, eu sou produto da dor
Promessa de paz no discurso, na prática é repetição
Sempre um novo corredor, sempre a mesma opressão
Eu aprendi desde pequeno: “protege e não pergunta”
Só que a ordem dessa guerra sempre vem de mão oculta
Quando a porta range e fecha, eu entendo o que é prisão
Porque o medo tem endereço e mora dentro do pulmão
O velho riu por trás do vidro, me chamou de solução
Mas solução sem escolha é só outra maldição
Eu subi cada escada ouvindo o próprio coração bater
Não era batida de festa, era aviso pra eu não ceder
No topo, o fim da história… ou o começo do terror
Porque vencer não é justiça quando apaga quem eu sou
[REFRÃO]
Depois do último tiro, ficou silêncio e fiquei frio
A vitória me apertou, tipo algema, tipo fio
Se eu derrubo o monstro hoje, quem garante o amanhã?
Quando a raiva vira código, minha alma vira máquina
Depois do último tiro, eu não dormi, eu apaguei
O mundo grita “herói!”, mas por dentro eu me quebrei
E se o mal muda de rosto e escolhe o meu?
Então não foi libertação… foi só troca de troféu
[VERSO 2]
Olho no espelho e não vejo mais criança, vejo programa
Uma farda sem país, uma sentença que me chama
Me ensinaram “ser exemplo”, mas apagaram meu querer
Quem controla meu gatilho não precisa aparecer
Fui ferramenta do bem… até o bem ficar confuso
Quando a culpa vira rotina, qualquer passo vira abuso
Eu fiz pelo povo, eu fiz pra evitar mais funeral
Mas o preço foi minha mente virando arsenal
Tem coisa que não se conta no jornal da manhã
Tem grito que fica preso na garganta da engrenagem
O “fim” foi só o corte… e eu sangrei sem derramar
Porque agora eu sou o medo que eu jurei exterminar
E eu lembro da promessa: “não ultrapassa essa linha”
Só que a linha era invisível, e a queda vinha sozinha
Quando o velho cai no chão, eu não sinto liberdade
Sinto o vazio me olhando com cara de verdade
A cidade comemora, eu caminho sem aplauso
Porque o que entrou no meu peito não sai com abraço
Se eu fui criado pra salvar, por que eu vim com esse defeito?
Ou será que era o plano… desde o primeiro projeto?
[PONTE — falado/rap mais lento]
Não tem final feliz quando teu “sim” nunca foi teu.
Tem gente que vence a guerra… e perde o céu.
[REFRÃO — variação]
Depois do último tiro, eu virei sombra, virei ruído
Virei o braço do caos com um sorriso comprimido
Se eu derrubo o monstro hoje, quem paga o que sobrou?
Quando a raiva vira código, o “herói” se corrompeu
Depois do último tiro, o mal não morreu — só mudou
Trocou de corpo, trocou de nome, mas me escolheu e ficou
E se o mundo precisar de um vilão pra continuar…
Eu entendi tarde demais: ele vai me fabricar
[OUTRO — falado]
O pior inimigo… é o que te constroem por dentro.
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