Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB) | Pequena África
Автор: Luiz Figueiredo Viagens
Загружено: 2023-01-09
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Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB) | Pequena África.
O MUHCAB está situado na Pequena África (Rio de Janeiro), tendo como marco zero o Cais do Valongo, Patrimônio Mundial. Foi definido como um museu de tipologia híbrida: museu de território, museu a céu aberto, museu de responsabilidade social e museu histórico.
O MUHCAB foi criado oficialmente em 12 de maio de 2017 e surge aliado conceitual e politicamente aos preceitos da Museologia Social.
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As narrativas são desenvolvidas numa abordagem que problematiza historiografias oficiais, que secularmente silenciaram memórias, buscando contar a história daqueles que nunca tiveram direito à história.
O espaço fica localizado no prédio do Centro Cultural José Bonifácio, Gamboa.
O Centro Cultural José Bonifácio foi restaurado em 2013 pela Prefeitura do Rio. Fundado em 1877 por Dom Pedro II como a primeira escola pública da América Latina, o palacete faz parte do Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana.
O museu conta a história da região que testemunhou o maior desembarque de africanos escravizados no mundo, de importantes marcos de afirmação negra no Brasil e do desenvolvimento da cultura afro-brasileira, bem como debate os conceitos e a situação da negritude no Brasil hoje.
A região tem papel fundamental no resgate, na preservação e revitalização da memória afro-brasileira.
É formado por dois elementos chave:
1.MUHCAB | Centro de Referência Afro-Brasileiro e Afro-Atlântico: Na Escola José Bonifácio
2.MUHCAB | Território: Museu a Céu Aberto, composto por 15 lugares prioritários de memória:
Abaixo, os 15 lugares de memória:
1. Cais do Valongo, Patrimônio Mundial
2. Mercado de escravos do Valongo
3. Cemitério dos Pretos Novos – Instituto dos Pretos Novos – IPN
4. Escola José Bonifácio
5. Praça da Harmonia – interpreta as Barricadas da Revolta da Vacina
6. Sindicatos e associações negras - Sociedade da Resistência dos Trabalhadores do Trapiche e Café
7. Casa de Machado de Assis
8. Mirante da Pequena África
9. Largo do Depósito/Praça dos Estivadores
10. Trapiches e atividades portuárias da Rua da Saúde
11. Pedra do Sal, Quilombo da Pedra do Sal e Rua São Francisco da Prainha
12. Zungu Largo de São Francisco da Prainha
13. Igreja São Francisco da Prainha
14. Praça Mauá
15. Igreja de Santa Rita
O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira fica na Rua Pedro Ernesto 80, na Gamboa, e funciona de QUARTA a SÁBADO, das 10h às 16h.
A entrada é gratuita.
CAIS DO VALONGO
O Cais do Valongo foi o local por onde desembarcaram milhares de africanos escravizados entre o final do século XVIII e o início do século XIX.
É um símbolo material da memória da escravidão africana e das heranças culturais delas decorrentes.
Considerado o maior sítio de memória da Diáspora Africana fora da África.
Representa para o Brasil parte da história da colonização portuguesa e um local de memória para relembrar e refletir sobre a violência contra a humanidade representada pela escravidão, fortalecendo as responsabilidades históricas do Estado brasileiro.
Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, localizado no Rio de Janeiro, passou a integrar Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1º de março de 2017.
O Brasil recebeu perto de quatro milhões de escravos, durante os mais de três séculos de duração do regime escravagista.
Pelo Cais do Valongo, na região portuária da cidade, passou cerca de um milhão de africanos escravizados em cerca de 40 anos, o que o tornou o maior porto receptor de escravos do mundo.
Agradecimento:
Gerência de Museus | Secretaria Municipal de Cultura (Sr. Ilton)
Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro
Loja Vitrine Negra e Artesãs
A artesã @laizagomis pela acolhida e apresentação da Loja Vitrine Negra
Conheçam o canal da LAYZA GRIOT: / @layzagriot9883
Música:
Spanish Moss - Chris Haugen
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