BUDA, DHANIYA E MARA
Автор: Caminho do Dharma
Загружено: 2025-11-03
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Notas: [1] Dhaniya Gopa: Aquele cuja riqueza é o gado. De acordo com o Comentário, o seu rebanho era de 30.000 cabeças de gado.
[2] A primeira linha no verso do Buda faz um jogo de palavras com a primeira linha no verso de Dhaniya. “Livre da raiva” (akkodhano) joga com “o arroz está cozido” (pakkodano); e “obstruções” (khilo) joga com “ordenha” (khiro).
[3] “Aberto” significa uma mente não coberta ou oculta pelo desejo, contaminações ou ignorância. Essa imagem também é empregada no Ud V.5 e Snp IV.4. “Meu fogo extinto” se refere ao fogo da cobiça, raiva e delusão; nascimento e morte; tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero. Veja o SN XXXV.28. [4] A balsa representa o nobre caminho óctuplo. Veja o símile da balsa no MN 22. [5] Como este verso não parece ser uma resposta direta ao anterior, o Comentário sugere que parte da conversa foi perdida. Uma alternativa possível é que o Buda está empregando um jogo de palavras – a palavra “atravessou” (tinna) sendo um trocadilho com capim (tina). [6] De acordo com o Comentário o Buda não é empregado de ninguém nem dele mesmo – isto é, ele não é empregado do desejo. [7] O Buda pode estar falando com o sentido literal - ele não possui gado, então não há modo que uma chuva pesada possa lhe causar dano – mas ele também pode estar empregando uma metáfora. [8] De acordo com o Comentário, Mara de repente aparece em cena para tentar – sem sucesso – evitar que Dhaniya e a sua esposa sigam a vida santa.
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