O que é a Cabala? (Kabbalah) - Marcelo Andrade [Mirrored] [CC]
Автор: MNT - MOVIMENTO NACIONAL TRADICIONALISTA 🇻🇦
Загружено: 2025-11-06
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Resumo dos Tópicos do Podcast (Transcrição)O áudio é uma introdução informal à Cabala (ou "Cabalá"), com tom descontraído, explicações etimológicas, históricas e críticas (perspectiva católica). Dividido em blocos temáticos principais:1. Etimologia e Significado Básico (0:00–1:09)Pronúncia correta: "Cabalá" (oxítona em hebraico/español; paroxítona em português).
Significado: "Recebimento" (hebraico qabbalah); ligação com "tradição" (latim traditio = entregar/receber).
Ideia central: Tradição como transmissão geracional de conhecimentos, costumes e valores.
2. Origem Mítica segundo os Cabalistas (1:19–4:22)Duas visões:Tradição adâmica (desde Adão, oral: "boca para ouvido").
Marco principal: Moisés no Monte Sinai.
Torá tripla:Escrita: Pentateuco (5 livros da Bíblia).
Oral (dividida em duas):→ Talmud (Mishná + Guemará; leis práticas, séc. I–V d.C.).
→ Cabala: Mística, esotérica, oculta (verdadeiro "conhecimento secreto" de Deus a Moisés).
Ênfase: Dialética inerente ao judaísmo/cabala (oposições: escrito/oral, lei/diaspora, bem/mal, etc.).
Nota: Dialética pré-Hegel; Hegel foi influenciado pela Cabala.
3. Características da Cabala (4:28–8:55)Dialética constante: Ex.: Saul (negativo na Torá escrita → grande rei na oral).
Duplamente secreta (segundo Gershom Scholem):Transmitida só a iniciados (rabinos, círculos fechados).
Conteúdo oculto (desvendar o "mundo escondido" por trás da Bíblia/universo).
Riqueza e influência: Mais importante das gnoses judaicas; ramificações mágicas/supersticiosas (ex.: "cabala do dinheiro" moderna = deturpação).
Aviso: Apresentação inicial, não curso; complexa, longa, histórica.
4. Origem Histórica Real (perspectiva crítica católica) (9:00–12:36)Não desde Moisés: Surgiu no período do Segundo Templo (pós-exílio babilônico, séc. VI a.C.).Influência gnóstica (Babilônia ou Egito) → doutrina paralela à Lei Mosaica.
Rabinos/escribas ganham poder; população prioriza comentários sobre sacerdotes.
Já desenvolvida no tempo de Cristo: Evangelho de São João (Jo 1:1) visto como resposta anti-gnóstica/cabalística à interpretação esotérica de Gênesis 1:1 ("No princípio" = sujeito? → negado por João).
5. Primeiros Textos e Desenvolvimento Medieval (12:41–15:09)Nada escrito até Idade Média.
1º livro: Sefer Bahir (séc. XII, sul da França/Provença – região herege: cátaros, trovadores com mensagens cifradas).
Obra principal: Zohar ("Esplendor", final séc. XIII, Espanha):Atribuído a Moisés de León (mas ele cita Shimon bar Yohai, séc. II → lenda).
Contemporâneo da Suma Teológica de São Tomás de Aquino (±30–40 anos de diferença).
6. Difusão e Repercussão (15:22–18:23)Rápida difusão graças a rede comercial judaica (rotas da seda, Europa, China).Judeus = comerciantes natos → ideias viajam com mercadorias e conversas.
Reação da Igreja: Tolerante com judeus (não batizados → fora da Inquisição).
Mito da perseguição; papas protegiam (ex.: recepção de rabinos); universidades com professores judeus (Salerno).
Centros: Sul da França, Península Ibérica (Gerona/Catalunha), Calábria (Itália).
7. FechamentoRecomendação: As Grandes Correntes da Mística Judaica – Gershom Scholem.
Corte de podcast; convite a episódio completo.
Tom geral: Apresentação acessível, com humor, ressalvas ("não é curso"), crítica católica à origem gnóstica e ênfase na influência crescente da Cabala na história ocidental.
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