[04] BLOCO VERBAL - REALIDADE DISTORCIDA
Автор: NAUGHTYM1K
Загружено: 2015-05-09
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Artista: Bloco Verbal
Tema: Realidade Distorcida
Álbum: Mixtape "Made In Texas"
Letras: Brutus / Marizé / Tz / Broma
Gravação, Mistura e Masterização por Janga em , Roots Revolution Studios.
Letra:
Brutus:
Ela usa diminutos em minutos breves
Poucas palavras venha o próximo é a regra do soma e segue.
E na terra no sobe e desce, há quem não volte a subir
E ela com um puto na cresce, a vê-lo crescer e sentir.
Que a mãe não é como a do resto, porque manifesta tristeza
E dá o corpo ao manifesto para lhe por comida na mesa.
A Dona Teresa lá de casa, é xana a tesa no oficio
A deixar os machos em brasa, porque a vida é um sacrifício.
Contas não bazam, não há sorte no azevinho
Mãe solteira, optou pelo mais fácil caminho.
Fácil aos olhos de quem, nunca antes passou por ele
Porque o que os jornais relatam ela já sentiu na pele.
Ser tratada como lixo e humilhada por palhaços
Quantas vezes na escuridão se desfez em mil pedaços.
E os abraços do seu filho, são aquilo que lhe dá força
Num país onde quem não se faz a vida acaba na forca.
Marizé:
Filho unico de mãe solteira, os olhos não têm brilho
Deu á luz num quarto escuro parto feito pelo vizinho.
Sozinho aprendeu as leis com 16 sem carinho
O pai bazou aos 6 tinha um mindinho adivinho.
Farto das dificuldades ver a cota nos extremos
Na casa as extremidades guardam os seus segredos.
Perdido na realidade o puto também perde o medo
Porque a flor da idade pra ele chegou mais cedo.
Faz da rua o seu lobby onde exerce
o ofício, não tem hobby, tem um vício po stress.
Consome o que fornece, esquece o sumário típico
Depois quem gere a esquina, paga-lhe um salário líquido.
Um ordenado mínimo mais o que o puto soma
Quantias ilegais com mau aroma.
A mãe sabe a sua origem e não tem nada contra
Porque até notas sujas servem pra pagar contas.
Tz:
Saturado de uma vida que só traz problemas
Abandona mulher e filho sem precisar de um esquema.
Vida feita num drama, isso não passa no cinema
Já com o guião escrito preparado para a cena.
Afogado na bebida parte noutra direção
Rumo á vida de alguém que compreende a solidão.
Sentimentos paternais não estão na introdução
Desse livro mal contado palavras foram em vão.
Pai solteiro, sem vida sem casa
E no final das contas tu já não contas nada.
Arrependido mas já não tem solução
A rotina é diária, não dá para o ganha pão.
Vês tudo perdido, sentindo que
Vias outra pessoa e não eras tu.
O caminho não interessa o que interessa é o final
Onde já chegas tarde para corrigir todo o mal.
Broma:
Vinte e quatro primaveras volvidas,
Sem figura paterna a léguas, da paz que procurava.
Sem tréguas hoje ele gere a esquina
E entrega quantias em casa, tal como ansiava.
Ultrapassara a angústia que era ver a mãe na rua
Semi nua, escrava duma tortura bizarra.
Vinha da penúria e o lucro de como actua é justo
Para os vícios que acumula e uma vivenda arrendada.
Na rua, sussuram boatos aos ratos
Vestígios desaguam na rusga deixam-no encarcerado.
A luta pela sua mãe ficou aquém do que esperava
E o desdem em voltar à estrada levaram-na até Praga.
Chegava animada e havia quem a aguardasse
Com um ticket e a informasse que rumaria à Moldávia.
Hesita, mas embarca pro destino nao imaginava
acabar num prostíbulo como lixo num nicho de escravas.
...
Num mundo à parte, num quarto imundo,
Inundado no conhaque, no Prozac e no fumo.
Vagabundo pelos seus atos ingratos nauseabundos
Soturno olha a cônguge embriegado em ciúme.
O ardume que o abarca é o perfume da agressão
No cume disfere a faca dez vezes no coração.
O puto entra quarto gela sem reação
Chacina também o imberbe fruto de outra relação
Sentado no colchão acorvadado e temerário
Gelado teme o karma que lhe está consignado.
Encosta a arma à cara o sufoco era já descontrolado
Agora jaz com mulher e enteado ao lado.
Refrão:
Eu sei que a vida nem sempre é o que querias
E nem todos os dias são de sol mas...
As lutas que travas não conseguias
Se o destino contigo tivesse sido mole, e tu..
Tentaste de mil e uma maneiras, sem tempo para brincadeiras
conseguir estabilidade.
Por isso não te julgues por asneiras, porque calçaste as chuteiras
e encaraste a realidade.
Encaraste os percalços e obstáculos no caminho
E quantas dessas vezes não caminhaste sozinho?
Longe de uma socieade perdida
Aprisionado a uma realidade distorcida.
O pior cego é aquele que não quer ver
E fecha os olhos ao que está a acontecer.
Tens de agradecer por contemplares a lua
E por esta história não ser a tua.
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