Flávio CUTUCA Lula e arranca APLAUSOS da Faria Lima
Автор: Bradock Show
Загружено: 2026-02-12
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Neste corte do Bradock Show, Rodrigo Constantino e Silvio Navarro analisam a movimentação de Flávio Bolsonaro junto ao mercado e os sinais de articulação para 2026, com destaque para a frase de impacto dita no evento do BTG e para a promessa de que Tarcísio “vai entrar de cabeça” na campanha. O debate combina bastidor político, leitura eleitoral e crítica econômica ao governo Lula, com foco no que os comentaristas enxergam como desgaste do presidente e dificuldade do PT em apresentar uma saída fiscal crível.
O vídeo começa com a repercussão do discurso de Flávio na conferência do BTG. Ele arranca aplausos ao comparar Lula a um “Opala velho”, dizendo que já foi bonito, mas hoje não leva a lugar nenhum e ainda “bebe demais”. A bancada interpreta o trecho como uma fala feita para viralizar, mas também como uma tentativa de sintetizar uma crítica de fundo: Lula seria um “produto vencido”, sem agenda nova e sem capacidade de entregar resultados na economia.
Na sequência, aparecem outros recados citados no corte. Flávio diz que Tarcísio é amigo e entrará “de cabeça” na campanha, sinalizando apoio relevante dentro do campo da direita. Ele também comenta que Michelle ainda avalia se entra na vida pública, menciona conversas com Ciro Nogueira e com Antônio Rueda, do União Brasil, e faz uma ironia sobre encontros internacionais, dizendo que espera que Lula não tome “uma cachaça” antes de viajar e falar “abobrinhas”. Constantino e Navarro tratam esses trechos como parte de uma estratégia de posicionamento: manter a base animada, ampliar pontes com partidos e, ao mesmo tempo, reforçar a narrativa de que o governo está desgastado e improvisando.
Constantino puxa uma discussão sobre o mercado e a política. Ele afirma que a Faria Lima estaria “dividida” e critica gestores que, mesmo diante do histórico do PT, ainda concederiam “benefício da dúvida” ao Lula, citando a fala de Luiz Stuhlberger, do Verde, de que não haveria risco de ruptura numa reeleição e que Lula poderia até apresentar um plano fiscal no “day after”. Para Constantino, isso inverte a lógica: Lula nem precisaria apresentar plano durante a campanha, porque parte do mercado aceitaria esperar, apesar do quadro de contas públicas pressionadas.
O comentarista contrasta esse cenário com a mensagem de Flávio, dizendo que ele estaria tocando em pontos que interessam a quem “sabe fazer conta”, como privatizações, redução do Estado e reformas. Do outro lado, Constantino descreve Lula como um governante perdulário, no terceiro mandato, e argumenta que a repetição do PT no poder seria a repetição de um modelo já testado. Ele também cita, no debate, nomes de gestores e casas de investimento e critica a normalização do “PT já estar precificado”, como se o risco de deterioração fiscal fosse aceitável apenas por ser conhecido.
Navarro entra reforçando o contraponto com exemplos do cotidiano. Ele afirma que o “produto vencido” não é apenas para o mercado financeiro, mas principalmente para o pagador de impostos e para quem sente a renda apertar no fim do mês. No argumento dele, a alta de preços e a dificuldade de fechar as contas explicariam por que Lula não teria mais “carta na manga”. Ele ainda ironiza a situação de Fernando Haddad, dizendo que o ministro não conseguiria reverter o quadro nessa reta final e que ninguém faria “mágica” em poucos meses, nem com nomes do passado sendo lembrados como alternativas.
O corte também destaca o esforço de Flávio em adotar um tom mais moderado para conversar com o mercado, segundo a leitura de Constantino, e menciona a articulação de Felipe Sabará como ponte com o setor financeiro. A ideia defendida pelos comentaristas é que a candidatura tenta ocupar o espaço do “responsável” na economia, enquanto explora o desgaste do governo e a sensação de estagnação.
No conjunto, o vídeo retrata um momento de pré-campanha: Flávio Bolsonaro buscando consolidar apoio e ampliar alianças, com a promessa de participação ativa de Tarcísio, enquanto Constantino e Navarro questionam por que parte do mercado ainda relativiza o histórico econômico do PT. O corte termina com a mensagem de que 2026 deve ser menos sobre slogans e mais sobre credibilidade, plano fiscal e capacidade de entrega.
Inscreva-se no canal e comente: o mercado já “escolheu um lado” ou ainda vai demorar para abandonar o benefício da dúvida ao Lula?
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