Líder da UNITA alerta para "consequências" se UE não observar eleições
Автор: DW Português para África
Загружено: 2026-01-31
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Adalberto Costa Júnior quer "que haja consequências" se for negada a observação eleitoral à UE
Adalberto Costa Júnior defende eleições num ambiente de pluralidade e respeito em Angola, que possa contar com a presença de observadores internacionais, sobretudo dos parceiros da UE.
Em entrevista à DW em Lisboa, afirma que será candidato às eleições presidenciais de 2027 e que o seu partido está preparado para ser a alternativa ao MPLA - no poder há mais de 50 anos.
"Os estatutos da UNITA dizem que o presidente do partido é o candidato às eleições presidenciais", avisa o presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola, reeleito, em novembro do ano passado, no seu último congresso na corrida contra Rafael Massanga Savimbi.
Adalberto Costa Júnior falou à DW a propósito do lançamento em Lisboa do seu livro "Juntos Por Angola – Outro Passo para a Liberdade", que retrata as eleições gerais de 2022 e apresenta a sua perspetiva sobre os desafios e cenários da ida às urnas em 2027. #janelaDWÁfrica
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